O que fizeram com a rebeldia adolescente?

Felipe Neto   |  26/02/2010 :: 01:02

You, what do you own the world?
how do you own disorder, disorder
Now, somewhere between the sacred silence
Sacred silence and sleep
somewhere between the sacred silence and sleep
disorder, disorder, disorder!

Nossos adolescentes estão calados. Amordaçados dentro de uma realidade jamais vista. Controlados pelo que a tecnologia vende como libertação. Perdemos as vozes dos meninos e meninas, insuportáveis como só eles conseguiam ser. Deram lugar a uma massa compacta de desmiolados inertes, pedaços de poeira velha varridos de um lado para o outro sem reação.

O que fizeram com a rebeldia adolescente? Aquela que criava verdadeiros monstrinhos completamente impossíveis de lidar. Onde foi parar a voz esganiçada dos que se proclamavam sempre com razão? Dos que podiam ter todos os defeitos, mas lutavam com unhas e dentes por suas crenças. Aqueles que não se deixavam passar por cima, que não admitiam a derrota, que explodiam sem razão mas partiam pra cima do que consideravam errado. Onde foram parar? Como uma maioria virou minoria?

Está difícil enxergar futuro na adolescência que observo hoje, cada vez mais dominada, cada vez mais apática, acatando ordens insanas como se justas fossem, ouvindo músicas melosas que apenas falam sobre amores não correspondidos. Porra! Cadê o som das batidas que despertavam os olhares sangrentos contra tudo e todos? O adolescente precisa de sua irracionalidade, de seus saltos perdidos rumo a paredes sólidas onde estatelam as fuças contra o concreto, de que outra forma podem amadurecer se não errando?

A adolescência precisa de sua rebeldia insana, necessita de uma interação social que leve ao “ignorar de conselhos”, das más influências. É um processo longo de aprendizado, principalmente de vida, do tipo que nos faz olhar para trás e dar gargalhada das loucuras cometidas, mas com a consciência de que foi espetacular. Vejo hoje adolescentes aceitando seus pais como legítimos donos, baixando a cabeça para absurdos impostos. Não há revolta, não há interesse em xingar.

Os que hoje ouvem McFly, antes ouviam os berros enlouquecidos de Chester Bennington e Serj Tankian. Inspiravam-se em ir contra o sistema, mesmo sem saber o que isso significava. Observamos cada vez mais uma geração do “sim, senhor”, ao invés do “vai se fuder, você não sabe de nada”. O que já gerou movimentos como o Punk, hoje gera apenas movimentos como o Emo. O que antes eram berros e discussões pessoais, hoje transformou-se em papinhos de Messenger. O comodismo impera.

O que fizeram com a rebeldia adolescente? Queremos aqueles insuportáveis de volta. Quebrem tudo, lutem pelo que acreditam, levantem essas merdas dessas orelhas.

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Felipe Neto   |  Data: 26/02/2010 :: 01:02
 
 
188 Comentários para “ O que fizeram com a rebeldia adolescente? ”

 

     
    Anna (1): 26/02/2010 às 14:10
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    Essa geração deveria se alimentar de filmes com Malcom McDowell, como If e Laranja Mecânica. Penso o mesmo que você, Felipe. Eu descobri que me revolto tanto com a sociedade quanto os outros adolescentes, que já se adentraram no seio hipócrita dela. ótimo texto.

     
     
    Arthur (2): 26/02/2010 às 14:11
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    Bom,eu tenho 16 anos. E acho que to nesse conceito de adolescente
    Pqp ! da vontade de dar a louca . E além de me culpar por isso,que graças
    a deus eu não ouço nenhum mcfly da vida,que eu já ouvi,culpo os pais por estarem deixando os filhos cada vez mais dependentes .
    A única rebeldia que expressei até hoje foi a de ser ateu,que minha mãe até hoje chora por causa desse quesito.E sempre que falo disso ela concorda um pouco e depois fala que Deus é maior que tudo isso que eu to pensando . AHHH ! VAI A PQP

     
     
    Rodrigo Gonsalves (3): 26/02/2010 às 14:11
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    Ainda bem que eu nasci na geração passada. Se não, provavelmente, teria uma franja e um MP3 só com musicas melosas.

     
     
    Ícaro (4): 26/02/2010 às 14:16
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    Genial..
    isso é oque eu percebo e sinto
    mesmo sendo um adolescente..
    Maldito comodismo do inferno!

    Escreveu exatamente oque eu falo..
    ótima percepção
    jah estava desistindo de ler seu blog com os últimos posts..

    Parabéns.

     
     
    Daru (5): 26/02/2010 às 14:21
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    Acreditar em um ideal justo e concreto é uma coisa boa.

    Agora, berrar como retardados em prol de uma besteira qualquer faz a pessoa passar apenas por idiota, um metido a revolucionário que outros vão simplesmente olhar e falar: “Seu bosta!”

    Conformismo é uma coisa, estar – de fato – alegre com a situação é outra.

    Não, não estou feliz com muitas coisas, mas sempre discordo com racionalidade, tornar-me animal em alguma situação apenas me fará perder a moral, falar mais alto não resolve nada. O berro não passa de uma falta de argumentação lógica.

    Abraço!

    Sim, Daru, eu refiro-me exatamente à revolta pelos ideais que o sujeito defende.

     
     
    Zina (6): 26/02/2010 às 14:33
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    a rebeldia em geral, não só a adolescente, acabou em 1968.

     
     
    Arthur (7): 26/02/2010 às 14:59
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    Ta,culpe nós os adolescentes.
    E vai me dizer que voce era um dos adolescentes doidos por aí
    querendo coisas revolucionárias . Sei não ein !

    Eu fiz tanta merda na minha adolescência que nem lembro de todas. E tenho a certeza de que ajudaram muito pra que eu aprendesse muita coisa.

     
     
    Henrique (8): 26/02/2010 às 15:10
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    Vejo isso o tempo todo… Cada vez mais jovens e mais acomodados. Vivo no meio de adolescentes mas me relaciono com pessoas de todas as idades, e dá pra ver nítidamente a diferença não só de idade como também de pensamento.

    Não acho que a música que ouvem influência no comportamento, pois a maioria que escuta esse tipo de música em inglês não sabe nem o que tá ouvindo, e outros ouvem por achar o ritmo bom (deixo claro que não sou fã de bandas como McFly, Cine e modinhas em geral, gosto do que gosto e a influência exercida por qualquer um que seja não me faz diferença, mas gosto não se discute).

    Só vejo refletida cada vez mais a falta de interesse e inteligência que afeta a maior parte dos adultos de hoje em dia sendo passada gerações adiante. E é claro que cada vez mais as coisas vão ficando liberais (às vezes até demais), como seu post da Emancipação do Sexo já mostra , e jutamente com isso os pais que não deixavam os filhos colocarem um pé fora de casa sem antes fazer 1000 questionamentos vão os deixando sair, deixando viver livres cada vez mais cedo e com isso, o amadurecimento – ou a falta dele – vem mais rápido abolindo as “rebeldias da adolescência”.

    Acho que o problema não está na falta da rebeldia, está na falta de raciocínio e opinião, que contaminam a maioria esmagadora dos brasileiros cada vez mais acomodados com tudo que lhes é imposto, e como eu já mencionei antes, penso que coisas como essas só vão passando de geração em geração.

     
     
    Willian (9): 26/02/2010 às 15:29
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    Ainda ouço Chester Bennington.

    Tenho 17 anos. Concordo, a adolescência anda muito parada. Mas está diferente. Menos ligada a politica (que não é o meu caso), pois o pais é estável. Mais confunso, porque tem tanta informação, e está perdido. E mais “ativo”, pesquisas mostram que os jovens decidiram “partir para ação”, atravez de ongs e projetos voluntários. [Agora, pra mim essa mudança é insignificante e cheia de outras inteções, mas é o que está acontecendo.]

     
     
    Eddiebahr (10): 26/02/2010 às 15:31
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    Desculpe… mas seu texto foi muito teenager pro meu gosto.

    Se preocupar com ideologia adolescente é coisa de adolescente.

    Na verdade, não. A adolescência é um período fundamental pro ser humano que pode, inclusive, definir a vida inteira de alguém.

     
     
    Eddiebahr (11): 26/02/2010 às 15:36
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    Por outro lado, tendemos a criticar o comportamento da geração passada.

    Da mesma maneira que te criticavam, agora você está enxergando o porquê da adolescência ser a idade mais execrável do ser humano.

     
     
    Feannor (12): 26/02/2010 às 16:09
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    Rebeldia contra o sistema é ouvir Linkin Park. Temos aqui um bloqueiro que entende muito bem do assunto.

    Não disse que “rebeldia contra o sistema era ouvir Linkin Park”, eu apenas citei a banda como um exemplo do que a juventude escutava em contraposição ao que escutam hoje. A associação que você fez não existe no texto, o que é um comportamento natural dos trolls, distorcer o que está escrito para que possam ter argumentos vazios para sacanear algo.

     
     
    lecopop (13): 26/02/2010 às 16:14
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    Os jovens de hoje não precisam de rebeldia, hoje todo mundo faz o que quer.

    Será?

     
     
    Guilherme Reis (14): 26/02/2010 às 16:14
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    Há… Eu podia jurar que esse post era uma zuação, mas tô vendo que você está falando sério. Bom, aonde está aquela adolescência? Bota a culpa na mídia. Eles é que manipulam o que passa e o que acham interessante. Se bem, que na minha época, não se ligava muito pro que a mídia falava. O que importava era ser do contra.

    Mas aqui, quantos anos você tem? Porque tudo que vc citou é bem recente pra mim. Não se parece em nada com a minha adolescência do início dos anos 90.

    Guilherme, eu acho que peguei a última geração, durante a adolescência, de algo que ainda era “prestável”, apesar de que já tinha lixo DEMAIS. Atualmente tenho 22, minha adolescência foi entre 2001 e 2005, basicamente. Durante esses cinco anos, bastante coisa mudou, principalmente na Internet.

     
     
    Danilo (15): 26/02/2010 às 16:16
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    Achei que esse seu post generalizou muito seu conceito de adolescência. Basicamente você só falou que não gosta dos emos e das bandas modinha. Rebeldia existe em todo lugar e em toda época. A grande questão é que a mídia hoje mostra os adolescentes como fãs de Lady Gaga, Beyonce, punheteiros que não saem do quarto por preguiça, casaizinhos emo que se encontram no shopping, amiguinhas de 15 anos que são vizinhas de porta mas preferem fazer fofoca on-line e etc. Achei meio absurdo isso de você falar que eles estão acomodados. Se a mídia colocar HOJE que a rebeldia dos anos 80 voltou (movimento grunge e não sei mais o que), vamos começar a ver adolescentes cada vez mais rebeldes na TV e na internet, de novo. É um círculo vicioso. É praticamente impossível de ser parado.

    Sim, é verdade, a mídia tem grande influência. Mas só pra constar, eu disse no texto: “uma maioria virou minoria”. Não quis dizer que TODO adolescente é assim.

     
     
    Guilherme Reis (16): 26/02/2010 às 16:21
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    Bom, minha adolescência foi escutando basicamente “The Offspring”, “Rancid”, “Blind Guardian”, “Megadeth” e outras bandas dos gêneros. O que acontece, é que bandas como essas não existem mais, ou não são mais como antigamente.

    A música está diretamente ligada ao comportamento dos adolescentes. As boas bandas de hoje estão muito no underground e o pop dominou as massas. Basicamente foi isso que mudou na minha adolescência para a adolescência de hoje.

    Concordo.

     
     
    Claudio Garcia (17): 26/02/2010 às 16:30
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    Cara, se a sua rebeldia era ouvir linkin park e SOAD, vc tinha que ver como era foda ser rebelde quando não existia internet, CD e as bandas rebeldes eram Kaes Vadius, Rattus, Garotos Podres e Slayer…

    Se tem alguém que não pode falar sobre ser rebelde é vc… Essa “adolescência não rebelde” que existe hoje é pq você, criado a leite com pera e ovomaltine, se achou rebelde um dia…

    Errado. Primeiro porque eu não disse que “ser rebelde era ouvir Linkin Park e SOAD”, eu apenas comparei o que minha adolescência ouvia e o que a de hoje ouve. E segundo porque você não conhece minha adolescência, não sabe as merdas que aconteceram e os problemas envolvidos, então realmente seu comentário foi apenas mais uma “trollagem por trollar”. Falar sem conhecer é uma característica marcante dos trolls.

    Pra constar: criado a leite com pêra tendo pais pobres e trabalhando desde os quatorze anos de idade? É. Eu acho que não.

     
     
    Eddiebahr (18): 26/02/2010 às 16:41
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    “Atualmente tenho 22″.

    Felipe:

    Eu sei que o meu primeiro comentário foi meio zoador… mas, convenhamos, esse é um texto para ser escrito por alguém por mais de 35 anos de idade.

    Eu, que tenho 29 anos, não me atreveria a escrever um texto desses.

    Assim como eu acho ridículo o comportamento e gostos dos adolescentes de hoje, igualmente eu considerava dos que eram púberes no período compreendido entre os anos de 2001 e 2005, que foi o seu (conforme declarado em um reply logo acima).

    Ademais, muitos estudos psicossociais indicam que a adolescência acaba nos 25.

    Logo você, que já escreveu tanta coisa boa, me vem com uma dessas?

    Sério cara, esse foi teu pior post… senti a tal da vergonha alheia.

    Você é um rapaz muito talentoso.

    Mas por favor, menos…

    Eddiebahr, você sabe a qual adolescência estava me referindo. Se um cidadão tem 25 anos e ainda mora e DEPENDE dos pais, ok, podemos chamá-lo de adolescente, mas estava me referindo aos verdadeiramente novinhos, entre os 13 e 17 anos. Saí dessa fase há 5 anos e acredito que você tenha noção do quanto as coisas mudam durante cinco anos, principalmente na última década, onde tudo tem sido assustadoramente rápido. Você pode ver nitidamente que há uma diferença gritante entre a adolescência de hoje e a que eu vivi, então por que eu não poderia escrever sobre isso? Assim como você pôde ver uma grande diferença entre a sua adolescência e a minha.

    No mais, eu agradeço de verdade pela crítica, pode ter a certeza de que, embora não tenha gostado desse texto, poderá gostar do próximo.

    Abraço.

     
     
    Johnny (19): 26/02/2010 às 16:50
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    Rebeldia, amigo, não é sair por aí quebrando as coisas e gritando palavras de ordem. Rebeldia insana é algo para os pouco inteligentes. Rebeldia é lutar contra aquilo que está errado; é fazer parte de ONG’s, é protestar, é lutar pelo que é certo e não pelo que é imposto.

    Música? Música não tem nada a ver com isso. Conheço militantes de causas importantíssimas e que adoram McFly e outras bandas do estilo. A questão não é a música que você ouve ou qualquer outra coisa que você, amigo, julga importante para a rebeldia adolescente, a questão é você enxergar o mundo do jeito que ele é e não deixar os outros enxergarem e te contar o que eles vêem.

    De “formadores de opinião”, o mundo está cheio, e de gente que fala besteiras, infelizmente, também.

    Desculpe, mas “militantes de causas importantíssimas e que adoram McFly”? Você forçou MUITO na tentativa.

    A música é, sim, um reflexo do momento, ou vice-versa talvez. Eu não questionei no texto algo sobre militância ou algo para ajudar o mundo a ser um lugar melhor, eu apenas falei das pessoas e seus comportamentos isolados. Se você é um adolescente que escuta um “não” irracional e abaixa as orelhas, obedecendo, então eu não concordo com a atitude. Foi isso que eu critiquei no texto.

     
     
    Mario Sun (20): 26/02/2010 às 16:54
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    Mas Limp Biskit e Linkin Park não eram as rock-boy-bands preferidas das meninhas-roqueiras SUPER REBELDES do Fotolog.net? Lembro bem que a Marimoon (maior exemplo de rebeldia já vista nessa internet, afinal, ela tem CABELO ROSA, poxa vida!1) se amarrarava e me disse que só parava de ouvir pra assitir Malhação.

    E isso ai, Felipe Neto sempre mostrando que sabe das coisas. E o resto só inventa fatos pra poder trollar, não é mesmo, minha gente? :P



    Eu não entendi.

    Eu falei que a adolescência era insuportável, mas pelo menos tinha atitude, diferentemente da atual. Se existiam “meninas-roqueiras SUPER REBELDES” que gostavam de Linkin Park, o texto não perde seu sentido. Por mais insuportáveis que fossem, e eu concordo que eram, mas ao menos não aceitassem um “não irracional”, então já está valendo pelo que eu critiquei no texto.

    Prefiro uma MariMoon de cabelo rosa ouvindo Linkin Park (nojo) que as adolescentes de hoje dando berrinhos ao som de Banda Cine e McFly.

     
     
    Mana (21): 26/02/2010 às 16:55
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    Eu adorei o texto! Já faço 19 essa ano mas ainda me considero uma adolescente enlouquecida!! wowwww!!
    Sou fã do Kubrick e seus filmes fodásticos! Ainda apaixonada pelo DELARGE*! Também pelo Serj Tankian! haha
    Enfim..
    me senti uma minoria bacana!

    o/

     
     
    Paulo (22): 26/02/2010 às 16:57
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    Felipe vc tem toda a razão no seu post.
    quando eu era criança eu tinha a impressao de q os adolescentes eram aqeles caras mais velhos ,q se interessavam por politica,derrubaram a ditadura e namoravam.
    Hj eu tenho 15 anos e vejo q nao é bem assim(pelo menos nao com qem tem minha idade). aminha geração é extremamente alienada e futil.todos acomodados consumindo a cultura de massa que lhes é imposta como as bandas q vc e os outros comentarios citaram(incluindo o proprio linkin park).a arte nao é mais utilitaria como o proprio punk q vc citou(inocentes, replicantes plebe rude), ou bom hip hop/rap(gabriel pensador,planet hemp…)e sim futil e imposta pela moda
    talvez esse tipo de coisa(cultura de massa, internet) esteja tao exposta a nos justamente por receio de se formar uma geraçao q pensa como a q derrubou a ditadura e dos caras pintadas.
    felizmente eu me excluo dessa geraçao consumista e niilista e talvez ate sofra por isso mas no final das contas creio q vale mais a pena pensar do q ser uma marionete do sistema como muitos dos meus proprios amigos.

     
     
    xx (23): 26/02/2010 às 17:04
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    obg por n aceitar meu comment ¬¬’

    Xingamentos, principalmente efetuados por anônimos, são removidos. Se você quer participar dos comentários, argumente.

     
     
    Eddiebahr (24): 26/02/2010 às 17:10
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    Felipe:

    O problema é que tudo do que você idealiza em seu texto como “rebeldia adolescente” não passa de “aporrinhação aborrescente”.

    Problema nº 2: utilizar o linkin´Park, uma banda que foi extremamente MTV Friendly, como exemplo de rebeldia.

    Problema nº 3: o “movimento” emo (note que uso a palavra movimento entre aspas) teve seu auge entre 2004 e 2005, período no qual você teve sua adolescência.

    Problema nº 4: Nem a minha geração, quem dirá a sua, é exemplo de alguma coisa (olha que completei 18 anos em 1998).

    Repito: volte a escrever isso quando completar 35 anos.

    No mais, saiba que, embora eu discorde de MUITA coisa que você escreve, sou um assíduo leitor desse espaço. Inclusive tenho seu blog favoritado no meu firefox.

    Fala Eddiebahr, vamos lá:

    Sobre a “aporrinhação aborrecente”, eu CONCORDO cara, eu deixei bem claro no texto que eles são insuportáveis, porém eu prefiro um adolescente “aporrinhador” do que um passivo, que não faz porra nenhuma e acata decisões que ele considera absurdas. Essa aporrinhação e rebeldia desmedida e infantil, pra mim, são importantes.

    Sobre o Linkin Park, sei que a banda sofre um preconceito monstruoso. Enquanto escrevia, tive a certeza de que muitos pegariam no pé disso. Contudo, pra mim, foi uma banda que influenciou MUITO na adolescência que tive e achei necessário citá-la, sendo “MTV Friendly” ou não. O que, por sinal, pra mim não quer dizer grande coisa.

    E sobre o “movimento emo”, eu acho que você está enganado. Embora ele tenha surgido em 2004-2005, eles foram massacrados durante esse período. Hoje eles estão completamente alastrados. Há um “encontro emo” aqui perto de casa, no Norte Shopping, em que CENTENAS de emos se reúnem semanalmente, usando suas roupas esquisitas e cabelos lambidos no rosto, com o propósito de pegação absoluta, homossexual e heterossexual. Cada vez mais eu vejo esse tipo de comportamento, muito superior ao que era latente em 2004-2005.

    E sobre sermos exemplo, eu acho que ninguém pode se definir como tal. Toda geração teve suas virtudes e seus problemas. Eu só citei a questão da rebeldia e da passividade visível nos adolescentes de hoje.

    Abraço.

     
     
    Mike (25): 26/02/2010 às 17:31
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    Esse texto só prova que você está ficando velho. A juventude de hoje não é pior do que foi a juventude do passado. Ela só é tão mal vista pelos mais velhos quanto qualquer outra juventude sempre foi. “A MINHA adolescência é que foi boa, esses moleques só escutam, lêem, assistem e fazem merda!!!” Bingo! É a idade chegando.

    Mesmo porque adolescentes, quase que em sua totalidade, são idiotas mesmo. Ser idiota faz parte de ser adolescente, seja dando uma de rebelde-que-usa-camiseta-de-Che-Guevara-no-shopping, seja cultivando franja e passando delineador. Hoje é Cine, Fresno, franjas, maquiagem, calças apertadinhas. Já foi Menudo, Dominó, Tremendo, polainas, mullets. Costuma durar até a idade em que eles começam a desprezar o que os agora adolescentes fazem e dizer que Fresno sim, aquilo que era banda, e não essa mais-nova-bandinha-da-moda-que-está-estourada-agora. E a histeria dá lugar à nostalgia.

    Quanto aos valores, eles mudam em ciclo. Enquanto você parece achar que o punk é a expressão máxima da rebeldia, seus pais talvez pensem que rebeldia autêntica é fazer protesto na rua e levar porrada de policial. Se os adolescentes de hoje se deixam levar por tudo que pode significar ser “um emo”, amanhã eles vão torcer o nariz pros valores em voga dos jovens do futuro, seja lá quais forem esses valores.

    And life goes on. Não chegamos numa utopia e nem numa catástrofe generalizada. “Essa geração está perdida” deve ser uma frase quase tão antiga quanto a própria humanidade. No entanto, ainda estamos aqui, não é?

    Mike, seu comentário foi perfeito, concordo com absolutamente tudo.

    Porém, eu realmente vi a necessidade de expor uma crítica sobre a PASSIVIDADE da adolescência de hoje, algo que me preocupa. Só isso. O problema é uma galera levar extremamente a sério o que publico por aqui algumas vezes.

     
     
    Arcelino (26): 26/02/2010 às 17:33
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    A tecnologia fez com que os jovens de hoje ficassem cada vez mais condicionados pela sociedade, como já previa Aldous Huxley, em seu livro “Admirável Mundo Novo”. Tenho 44 anos, e, em se tratando de música tenho saudades dos velhos tempos, onde os compositores expressavam toda sua rebeldia nas letras.Bons tempos aqueles, onnde podíamos apreciar “feras” como John Lennon, Raul Seixas, Pink Floyd, e tantos outros. Hoje, vejo uma juventude alienada curtindo: NXZero,Restart, MCFly e outros absurdos. O pior de tudo é intitulam essas coisas de “nova geração do rock ‘n roll”… é até um “pecado” ouvir uma coisa dessa.

    Perfeito, Arcelino.

     
     
    Eddiebahr (27): 26/02/2010 às 17:35
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    “Sobre a “aporrinhação aborrecente”, eu CONCORDO cara, eu deixei bem claro no texto que eles são insuportáveis, porém eu prefiro um adolescente “aporrinhador” do que um passivo, que não faz porra nenhuma e acata decisões que ele considera absurdas. Essa aporrinhação e rebeldia desmedida e infantil, pra mim, são importantes.”

    Quero ver você ter essa mesma opinião quando seu filho completar 15 anos, hehehehehehe…

    “Sobre o Linkin Park, sei que a banda sofre um preconceito monstruoso. Enquanto escrevia, tive a certeza de que muitos pegariam no pé disso. Contudo, pra mim, foi uma banda que influenciou MUITO na adolescência que tive e achei necessário citá-la, sendo “MTV Friendly” ou não. O que, por sinal, pra mim não quer dizer grande coisa.”

    Quer dizer muita coisa sim… afinal, é muito contraditório criticar a apatia e a dominação a que os adolescentes de hoje estão submetidos, tomando como base uma banda que foi EXTREMAMENTE COMERCIAL em sua época, tanto quanto o Mcfly.

    “E sobre sermos exemplo, eu acho que ninguém pode se definir como tal. Toda geração teve suas virtudes e seus problemas. Eu só citei a questão da rebeldia e da passividade visível nos adolescentes de hoje.”

    É aí que tá, a passividade e a apatia é algo inerente a minha geração e a sua. Você que não tá enxergando isso.

    Acho que a passividade e apatia era muito menor nas nossas gerações que na atual. Eu não estou falando de revolta em conjunto, mas a questão individual mesmo. Observo vários adolescentes hoje calados, mudos perante injustiças cometidas COM ELES MESMOS, isso que me preocupa um pouco. Se fosse no meu tempo e tentassem passar por cima de mim, eu virava um animal, assim como meus amigos e acredito que você também.

    De novo sobre Linkin Park, eu não critico McFly por ser comercial, mas pela mensagem que passa e pelo estilo de comportamento. Coisa que Linkin Park era BEM diferente.

    E quando meu filho tiver 15 anos, darei muita porrada, hahahahahahah.

     
     
    Bianca (28): 26/02/2010 às 17:42
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    Nossaa, cara, que lixo esse texto. Vim ver pq no twitter já tinha gente rindo, hahaha. Realmente, foi hiper cliché isso, nada a ver mesmo.
    Olha, NINGUÉM pra mim gosta de aceitar uma coisa que acha injusta ou incorreta, e TODAS essas pessoas vão contra esse algo pra mim. Isso inclui até certas crianças, pq então você tá falando de adolescentes? Se realmente a adolescência está ficando tão, mas tão cliché e trouxa como vc disse, então, AINDA BEM que ao meu redor isso ainda não aconteceu, haha. Por ex, minha classe do colégio. Acho hiper engraçado, pq quando um se ferra, todo mundo vai junto. E quando um é injustiçado, vai todo mundo reclamar com a diretora ou algo do tipo. Nós proclamamos nossa liberdade msm que limitada dentro de um espaço e nossos direitos. Lá ninguém fica quieto levando pau, haha. Por isso que a orientadora vem nos visitar periodicamente.
    Sim, é triste ver como seres conseguem ouvir Nx Zero, Restart, Cine e essas emices ae. Mas muita gente ainda tem o sangue bom, se é que existe, que vc tanto reclamou. Mas hoje o povo é muito único, e é isso que nos faz ser ‘interessantes’. Vou-lhe dizer, eu sou bastante eclética nisso. Eu AMO Lady Gaga, Pussycat Dolls, Britney Spears etc. E AMO MAIS AINDA ouvir Nirvana, um pouco de Metallica, muito de Red Hot Chilli Peppers, Linkin Park, The Offspring e outras bandas ‘boas’. Tenho até um estilo diferente, ouvindo Rock Japonês, muito bom aliás. Se isso te faz pensar que eu sou melhor ou pior, me poupe. Julgar uma pessoa por isso é um atentado. Porque, infelizmente, ninguém é melhor que o outro, por mais que odiemos isso as vzs.
    Outra coisa, no texto PARECE que você até insinua que os adolescentes de hoje, pra serem rebeldes, deviam ser mais agressivos, como se drogar, beber, fumar, dar etc. Olha, se for isso, tem muita gente assim, haha. Pra mim, isso não faz eu ser mais madura, é uma idiotice destruir seu futuro assim. Mas tem gente que é pior até, ne, fazer o que.
    Pra mim, o que me revolta em qualquer idade é que uma pessoa quer passar a perna no outro. Como diz numa comu mt boa: ‘Estamos sendo vítimas de uma sociedade hipócrita. Querem nos cegar, querem que sejamos aquilo que não somos.’ Pena que uma comunidade tão boa e inteligente tenha só 539 pessoas.

    Agora me e te pergunto: Tudo isso me faz ser a adorada minoria? Me responda e diga o por que. Ah, esqueci de dizer, tenho 13 anos, tenho o cabelo rosa, se você tem nojo como disse da Marimoon (não, não me inspiro nela, querido), foda-se. Opiniões alheias não me incomodam nem me desviam do que eu sou. Nem quando meus papais pedem para que eu pare. Se não sou uma drogada qualquer, vou fazer o que quiser.

    AEEEEEEEEEE UMA ADOLESCENTE INSUPORTÁVEL!!!

    Parabéns! Continue assim!!! É bom ver que ainda estão vivos.

     
     
    Pedro Guedes (29): 26/02/2010 às 17:47
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    Pior é que eu e outros adolescentes (ou talvez não, é difícil se ver na 3º pessoa), temos que escavar o “tesouro” de gerações passadas. Mas é aí que está o problema.Esses tesouros são de outras gerações, pertencem a elas, hoje em dia não temos aquela identidade que nos faz bradar um grito de guerra externo e interno, com os qual nos identificamos plenamente. Posso estar só reclamando. Posso, além das poucas linhas, mudando o mundo com ações reais. Vai saber, a vida é complicada mesmo.

    Interessante seu comentário, Pedro.

     
     
    Eddiebahr (30): 26/02/2010 às 17:48
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    “Acho que a passividade e apatia era muito menor nas nossas gerações que na atual. Eu não estou falando de revolta em conjunto, mas a questão individual mesmo. Observo vários adolescentes hoje calados, mudos perante injustiças cometidas COM ELES MESMOS, isso que me preocupa um pouco. Se fosse no meu tempo e tentassem passar por cima de mim, eu virava um animal, assim como meus amigos e acredito que você também.”

    Uma afirmação muito arriscada… Você deveria formular esse questionamento para um pedagogo.

    Sem dúvida é arriscada, parte APENAS da minha observação, que pode estar redondamente equivocada. Pode ser que eu apenas tenha visto adolescentes passivos e omissos por coincidência. De todo modo, que fique a crítica pra eles ;)

     
     
    xx (31): 26/02/2010 às 18:06
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    Amg Felipe Neto, não minta. Não te xinguei. Eu havia lhe dito que “de vez em quando tempos de paz são bons, rebeldia só é legal nos livrinhos de história e não nas ruas” Ache o xingamento e lhe dou um prêmio. Não sei qual é essa sua de só aceitar comments que vc pode rebater com sua opinião-perfeita. Abs

    Ah sim, eu deletei pelo fato de você ter falado superficialmente e como anônimo.

    De todo modo, respondendo: não estou observando hoje “tempos de paz”, mas sim de “conformismo” e “comodismo”, o que eu acho totalmente diferente de “paz”. E outra, sou totalmente a favor de rebeldia nas ruas, apesar de não ser disso que o texto trata.

     
     
    karen (32): 26/02/2010 às 18:13
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    Simples, meu caríssimo, a gente tem internet. Pra quê protestar se a gente pode fazer passeata virtual e escrever posts nos nossos blogs reclamando o quanto a juventude é comodista?
    Pense, mon cher, se temos a possibilidade de nos revoltar e virar animais por que o google não pagou o adsense em dia, pra que revoltar com pessoas de verdade? Pense nisso.
    Sobre o último comentário, fica o abraço:
    http://www.qwantz.com/index.php?comic=1650

    O texto não é sobre protestos e manifestações. Se você quer trollar o fato deu ser blogueiro e ter ameaçado o Google de processo (o que funcionou, porque eles me pagaram), antes disso aprenda a ler.

     
     
    ronaldomoura (33): 26/02/2010 às 18:28
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    http://www.elpais.com/articulo/internacional/sobran/jovenes/elpepuint/20100225elpepuint_17/Tes

     
     
    Sr. Sincero (34): 26/02/2010 às 18:46
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    Não concordo, não. Os jovens continuam sendo chatos, legais, irritados, calmos, etc como sempre foram.
    Isso aí soou como aquelas histórias do meu avô: “Na minha época era assim…”. A sua época sempre vai parecer muito mais legal, divertida, emocionante para você que viveu ela. Hoje a juventude parece mais sem graça, fraca, não é mais como antes, pois na verdade você (e eu também) não faz mais parte dela.
    O máximo que você pode dizer é que os protestos da época da ditadura eram levados bem mais a sério. Mas o panorama era outro. Podia-se ser preso e torturado, mas sentiam que estavam incomodando. Hoje os jovens protestam, não são punidos, mas também não muda porra nenhuma e os políticos riem da cara deles. Talvez isso tenha desmotivado alguns… Não sei…

    Bom, o que escrevi foi em relação ao que observei no comportamento de adolescentes ao meu redor. Posso estar errado, mas é o que enxergo.

     
     
    Victor lopes. (35): 26/02/2010 às 18:56
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    É verdade, a juventude ( eu me incluo nela, 18 anos) foi treinada para apenas “discutir” didaticamente os problemas, iai da nisso: Comodismo, realmente não existe mais atitude contrar a “opressão” e quem demostra esse tipo de rebeldia é criticado pelos outros bonitinhos cujo unico ideal é crescer, namorar, entrar na facul se formar, ganhar um bom salario e viver feliz para sempre achando que já fizeram de mais ….fala serio…Isso é alienação.

     
     
    Pseudo nome (36): 26/02/2010 às 19:30
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    PORRA! Passei o dia inteiro puto porque a porra da minha família declarou guerra contra mim porque eu tentei ir contra a merda do capitalismo, agora eu tô de castigo, meu pai tá com raiva de mim e eu tenho ir e voltar da escola de onibus…
    Ainda bem que eu li isso, fiquei o dia inteiro quieto, de raiva. Apesar de já serem 11:30 agora, bosta.
    PS: isso ae que você falou é tudo verdade, tô no segundo ano do ensino médio e só tem corno em volta de mim.. eu gosto de pensar que eu sou pelo menos um pouco diferente, tomara..
    PS2: tenho que te xingar, só pra me senir rebelde, então: Linkin Park é uma merda, vai tomar no cu

    Hahuahuahauhauhauhauha

    Não sei se é real ou fake, mas ficou sensacional.

     
     
    Mariana Arcília (37): 26/02/2010 às 19:31
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    De fato, a juventude está cada vez mais apalermada. Vejo meninas e meninos da minha idade, até um pouqo mais novos, mais velhos, mas da mesma geração, que não sabem de nada, não tem opniões pra porra nenhuma. Gente que aceita o que dizem justamente por não terem opniões sobre as coisas. Não têm opniões porque não leêm, só escutam músicas de “homem que trai e se arrepende”. Só querem saber de assistir malhação, comentar sobre BBB. Porra!! Cadê aqueles acadêmicos que protestavam contra a corrupção, contra o que era dito e era dito errado, cadê os caras pintadas???
    A juventude de hoje emburrece cada vez mais. Com a influência da mídia, e das músicas alienadoras, os adolescentes estão cada vez mais acomodados, não pensam, não expressam opniões. E os que fazem são tidos como nerd, são tido como aqueles que “viajam de mais nas idéias”.

     
     
    Tiago (38): 26/02/2010 às 19:43
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    Apenas mais um texto de saudosistas do passado sem informações verdadeiras e sem conteúdo prático algum!
    Por favor, aprenda a ler a realidade.

    Mas quem está lendo o Blog é você, cara.

     
     
    Miguel (39): 26/02/2010 às 19:44
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    Ótimo texto.

    Acredito que a juventude se acostumou com muitas coisas que não deveria ter se acostumado, se acomodou, algo que antes não ocorria. Tomo como exemplo o movimento dos caras-pintadas para expulsar Collor do poder. Claro que muitos jovens estavam lá para encher a cara a matar aula, mas existiam aqueles com seus ideais, que queriam um governo mais limpo. Hoje em dia, infelizmente, isso não acontece.

    Infelizmente estamos fadados a obedecer cada vez mais, abaixar a cabeça cada vez mais, levando-se em conta que quando alguém tenta fazer algo de diferente, logo é rechaçado pela pergunta: “Você acha que vai mudar algo sozinho?” De qualquer forma, todos temos alguma maneira de fazer as coisas diferentes, basta indentificá-la.

     
     
    Caio Marley (40): 26/02/2010 às 20:05
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    Texto excelente.
    Faço parte dessa geração calada.Tento, com todo o meu esforço, gritar por muitos.Mesmo que não faça efeito, se todos pensarem dessa maneira, não haverá progresso.O medo de perder algo bom é, em sua maioria, superado pela vontade de ganhar o magnífico.Precisamos lutar pelos nossos ideais para alcança-los.
    Mas o que me deixa preocupado, é a próxima geração.Uma geração que terá EMOs como exemplos, pessoas sem a força de vontade, que não lutam.Essa sim, será um ENORME problema.

     
     
    Francisco José (41): 26/02/2010 às 20:20
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    Vocês parecem um monte de bichas falando, “eu estou morrendo de vontade de dar a louca”, kkkkkkkkkkkkkkkkk, me mata de rir, querem soltar a franga? que soltem então, não acho nenhum pouco vantajoso filhos chingarem os pais, ser ateu concerteza não é rebeldia nenhuma também, é simplesmente ser assumidamente um grande merda.
    Em partes eu concordo com você, emo é uma bosta mesmo, ta cheio de cara que só fica no Pc hoje em dia, os dias estão passando e o tempo está sendo perdido por causa da tecnologia que estraga alguns, mas esse tipo de rebeldia, faça-me o favor, é coisa de burguesinho que não tem o que fazer, vão trabalhar que essa rebeldia acaba logo logo.

    “ser ateu é ser assumidamente um grande merda”.

    Gargalhadas, por favor?

     
     
    Francisco José (42): 26/02/2010 às 21:11
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    Gargalhadas mesmo. Vocês filhinhos de papai não tem mais o que inventar para serem notados. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

     
     
    Gabriela (43): 26/02/2010 às 21:22
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    O texto me deu vontade de escutar The Beatles. oO

     
     
    Gabriel (44): 26/02/2010 às 22:18
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    Texto bom, como sempre espero de Felipe Neto. Mais do que nunca a juventude brasileira anda vazia demais, e eu me pergunto o que falta pra deixarem de ser os meninos vazios e marionetes da mídia pra se tornarem tão guerreiros quanto aqueles que, na mesma idade, pintaram a cara e foram às rua causar o caos pra tirar um corrupto do poder.

    A propósito, epígrafe genial. System of a Down é SEMPRE uma boa pedida :D

     
     
    Paulo Sabino (45): 26/02/2010 às 22:18
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    Paro Paro…
    Primeiram reclamam “deles” e depois quer de volta?

    Vamo reve isso ae PORRA!! kkkkk

    ps: Eu ouço AC/DC, Iron, Slipknot, The Who…tá bom isso para um Rebelde?

    ps2: Fiquei confuso, não sei qual tipo de adolescente sou…Dios mio…e também não sei se existe ps2 o.O

     
     
    Felipe Pai (46): 27/02/2010 às 01:02
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    Verdade, a sua “geração” por exemplo, fez tudo aquilo o quê mesmo? 2001 a 2005, hmmm. cheiro de cpm 22, detonautas e vagabanda na Malhação. Você ainda é adolescente, não tem diploma! HAHAHAHAHAH

    Coletivamente não fizemos nada, mas o texto é sobre o comportamento isolado e não coletivo.

    Quanto a CPM 22, Detonautas e Malhação, não tenho nem o que comentar. Sempre odiei.

     
     
    Hermenegildo (47): 27/02/2010 às 01:08
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    She lies and says she’s in love with him, can’t find a better man.
    She dreams in color, she dreams in red, can’t find a better man.
    Can’t find a better man
    Can’t find a better man
    Ohh…

    Girl Better – Linkin Park

    CARAMBA, LINKIN PARK É MUITA REBELDIA PELO AMOR DE DEUS, NÃO PRECISAVA APELAR NÉ?

    OH MEU DEUS!!! Uma música do Linkin Park que fala sobre romance! ESSA NÃO! A BANDA É UM LIXO!|

     
     
    Jefferson (48): 27/02/2010 às 04:34
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    Felipe, azar o seu aí nessa região :D Na minha região (Oeste do paraná), emo é um ser raro e extinto. O máximo de emo que eu vejo aqui é um aluno de intercâmbio da sala, que veio do Japão e tem cabelo lambido/pintado.

    Mas indo ao ponto, passividade não é uma caracteristica nova, ela SEMPRE existiu. Ou você vai dizer que o brasileiro não é um povo passivo diante da maior parte dos casos? Não precisa ser só na política, pode se ver isso em várias situações do dia-a-dia.

    O que dá para dizer sobre essa passividade é que é cultura de exportação vinda dos americanos. Como quase toda cultura brasileira praticamente vem deles (Como os seriados de qualidade e as músicas tanto do “período rebelde” quanto do “período Emo”), o que aconteceu por lá nos últimos anos, como Jonas Brothers e Crepúsculo, ambos inspirando e transpirando passividade, é a causa de ficar tão exarcebado no momento.

    Ainda bem que não gosto de nada nesse estilo e as brigas sobre eu ser ateu ou não desde meus 9~10 anos me deixaram com um mínimo de capacidade de responder ao que acontece ao meu redor…

     
     
    Vinicius (49): 27/02/2010 às 05:29
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    É que rebeldia hoje em dia significa desobedecer os pais, pichar coisas aleatória em muros por ae ou beber até cair. A diferença é essa, antigamente rebeldia incluia lutar contra o sistema, pelos seus ideais. Mudar tudo que estava errado.
    Existem muitos jovens que questionam as coisas hoje, porém na grande maioria mesmo fica apenas em conversas de MSN/Orkut.

     
     
    murilo (50): 27/02/2010 às 06:16
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    Você parece defender a rebeldia pura e simples, sem uma motivação para isso.

    Não é o caso. Falei para os adolescentes não serem omissos e lutarem pelo que acreditam.

     
     
    Jonathan (51): 27/02/2010 às 08:08
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    Chester??
    Ohhh shit…
    Ontem mesmo fui a uma festa
    regado da “juventude de hoje”,
    e adivinha quais musicas mais tocavam?
    System e Linkin Park, apesar de eu acha esse ultimo uma
    merda. Mas sinceramente, o que fazer se essas bandas
    ja num fazem mais nada de bom???
    Num sou rebelde mas um cara desencanado, e se engana quem acha que
    os adolescentes e jovens que vao contra o sistema tem que ouvvir obri
    gatoriamente musicas rebeldes, exemplo disso e a geracao hippie!
    Acho isso, mas me amarro em musica bem punk.

    Incrível como as pessoas FOCARAM na questão da música, que é apenas uma pequena parte do texto.

     
     
    Pedro (52): 27/02/2010 às 08:21
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    Cara,
    Eu não te entendo,
    você prefere uma adolescência conflitante entre seres da família e/ou seres-humanos em geral do que uma em que a paz E a compreensão é a que domina?
    Me desculpe, mas que tipo de ideologia você utiliza?
    A não ser que você seja um adolescente REBELDE que adora DESOBEDECER e etc, eu não vejo lógica no seu texto.
    Ah, antes de terminar te dou um exemplo sócio-econômico do seu texto que está acontecendo atualmente no mundo.
    O Japão sempre teve seus costumes muito rígidos, os filhos deviam ser os melhores e sempre respeitar os mais velhos, eles deviam poupar bastante etc, você provavelmente já deve saber um pouco da cultura japonesa…
    MAS, atualmente, a juventude está se mostrando rebelde(!!) e não respeita mais os pais, não querem saber de poupar e sequer são estudiosos/esforçados como antes(!!). Agora, a maioria quer saber de empregos teoricamente não válidos que não trazem muito retorno para a economia no país e o que vêm acontecendo nos últimos anos e que provavelmente irá de agravar no futuro, uma recessão econômica…
    Logicamente os fatores para a recessão também são outros diversos e se não acredita no texto escrito acima, pesquise e chegue a sua própria conclusão.

    Só quero dizer que o texto não tem lógica no ponto de vista psicológico(você já leu algum livro de psciologia? Não, pelo texto que escreveu digo que não, você não sabe nada de psicologia humana)
    Abraços

    Como as pessoas são drásticas e exageradas. Você, grande entendedor da psicologia humana, afirma categoricamente que eu não sei de nada da psicologia humana. Espera-se mais de alguém que se diz conhecedor do assunto, muito mais. Eu não serei arrogante a ponto de dizer que você é quem precisa estudar sobre a psique humana, mas afirmo com toda a certeza de que precisa pelo menos rever certos conceitos.

    Eu não defendi um exagero onde todo mundo sai quebrando as coisas dentro de casa, usando drogas e proclamando a defesa da anarquia. Simplesmente critiquei o comportamento de adolescentes que ficam completamente passivos quando outros passam por cima do que acreditam ser o certo. Vi, por exemplo, uma menina de 16 anos ser trancada dentro de casa e receber a ordem expressa da mãe de que estava PROIBIDA de falar com um rapaz, que era seu namorado, de 23. A garota, ao invés de lutar contra, acatou passivamente, chegando a dizer que entendia a reação da mãe. Passividade, desculpe, não aceito. Se meus pais tentassem ditar minha vida quando eu tinha 16 anos, interferindo inclusive em questões profundamente pessoais, eu não permitiria.

    Isso foi só UM exemplo.

     
     
    Matheus (53): 27/02/2010 às 08:22
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    Saudosismo pegando. O passado sempre é melhor que o presente, não é? A humanidade está em constante involução, aparentemente, já que a cada geração diz-se que a coisa fica pior.

     
     
    Matheus (54): 27/02/2010 às 08:23
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    Texto completamente auto-afirmativo. “Eu era fodão, vocês são uns merdas”.

     
     
    Maciel (55): 27/02/2010 às 08:27
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    A juventude que ouvia SOAD e Linkin Park e que era “rebelde” era minoria, sempre foi. A maioria era da massa fã de boy bands e Spice Girls da vida. A partir da década de 90 a mídia sempre dominou o que as pessoas gostam. Do jeito que você fala parece que todo mundo era underground e agora são alienados, quando na verdade os alienados sempre existiram e em proporção muito grande.

    Eu falei baseado no meu ciclo durante a adolescência, talvez eu esteja errado, talvez eu fosse minoria de fato, só sei que o que eu vejo hoje me assusta com relação ao comodismo.

     
     
    Fernando Félix (56): 27/02/2010 às 09:13
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    A rebeldia pode ser encarada de várias formas, e não é diretamente relacionada a agressão física ou o vai se fuder.

    A rebeldia não desapareceu, apenas tomou outras formas, hoje a rebeldia é considerada a violência, onde jovens defendem tantos seus princípios que acabam criando preconceitos em pleno mundo moderno.
    Vai ver a culpa é da mídia mesmo, que cria ilusões na juventude e tenta esconder os verdadeiros problemas.
    Rebeldia boa seria aquela onde os jovens lutam por justiça, por melhorias pra sociedade, onde eles saem das suas casas para o centro da cidade simplismente para derrubar uma ditadura ou condenar os corruptos.

    Pena que a sociedade cria suas regras, e muitos aderem sem nem saber do que se trata, acabou virando um verdadeiro Follow que no fim, não leva a nada, apenas a Ilusão, a criação de um mundo que não existe e a valorização de coisas irrelevantes.

     
     
    Alice (57): 27/02/2010 às 10:06
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    Por que ser rebelde e lutar por ‘direitos’ se hoje em dia temos tanta liberdade? Talvez fizéssemos isso se a necessidade surgisse.

     
     
    Luana Fagundes (58): 27/02/2010 às 10:41
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    O post está legal.

    Realmente os adolescentes de hoje em dia estão acomodados. Admito que tenho orgulho de não ser um deles… meus pais que o digam, coitados.

    Er… Eu gosto de McFly, e não acho que isso, de alguma forma, esteja ligado ao meu comportamento. Ouço AC/DC também e isso não mudou merda nenhuma a minha forma de pensar.

    Não suporto que mandem em mim e quando acho que estou certa, não há que me faça mudar de idéia, mesmo que isso signifique mandar meus pais á PQP. Sei que é falta de educação e blablabla, mas apenas não quero abaixar a cabeça e deixar que decidam tudo por mim, tenho a capacidade de tomar minhas próprias decisões, mesmo que provavelmente eu me foda no final.

    Sempre quis ter nascido nos 80, naquela época os adolescentes faziam mais do que ficar sentados em frente á televisão. Alguns tentam fazer algo agora, mas fica dificil quando são tão poucos.

    Parabéns pelo blog, como sempre está ótimo.

     
     
    Eduardo (59): 27/02/2010 às 10:49
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    Apenas 2 momentos me fazem lembrar de uma rebeldia a qual deveria existir até hoje, questionando não somente a política mas tambem a mídia.
    Primeira e com certeza a mais conhecida, na época da ditadura, por mais que as pessoas soubessem das conseqüências, elas se revoltavam, uma palavra descreve isso, foda.
    E musica sempre acompanhou movimentos rebeldes, neste caso, o marco era a musica de Geraldo Vandré.
    “Caminhando e cantando
    E seguindo a canção
    Somos todos iguais
    Braços dados ou não
    Nas escolas, nas ruas
    Campos, construções
    Caminhando e cantando
    E seguindo a canção…
    Vem, vamos embora
    Que esperar não é saber
    Quem sabe faz a hora
    Não espera acontecer…(2x)
    Pelos campos há fome
    Em grandes plantações
    Pelas ruas marchando
    Indecisos cordões
    Ainda fazem da flor
    Seu mais forte refrão
    E acreditam nas flores
    Vencendo o canhão…

    Segunda e apesar de ser um marco menor do que o da ditadura, na minha opinião foi a única vez que o povo resolveu acordar no Brasil, foi quando os gritos de “ O povo não é bobo, abaixo a rede globo” ecoavam nas praças, fazendo a poderosa ceder. Foda.
    Eu acho que todo dia 25 de janeiro deveria ser lembrado, com pessoas gritando esse bordão e não ligando seus televisores na emissora, isso seria foda.
    Não me encaixo no quesito rebelde, mas uma coisa que desperta um desejo de me rebelar hoje, é a mídia que temos.

     
     
    Giovane (60): 27/02/2010 às 12:48
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    Concordo plenamente com todo o texto, o fato é que não foram apenas os adolescentes que mudaram e sim toda nossa sociedade. Não me considero nenhum rebelde em minha adolescência, pois sempre fui bastante sensato com minhas obrigações. Entretanto hoje você não vê aquela pelada de rua onde ninguém tem a unha do dedão, rs. Você não encontra um grupo de garotos aos 12 anos indo para o centro do rio, dando calote no ônibus pelo simples prazer em desbravar um local desconhecido. Ninguém mais pula na casa do vizinho de madrugada para fechar o registro da caixa d’água e deixar sua pobre vizinha sem água durante uma semana (isso se chama idiotisse). Ninguém briga mais por causa de um estilo musical, hoje todos são ecléticos. Enfim, não sou um cara velho, tenho meus 25 anos e todas essas besteiras e coisas bem piores eu fiz não faz muito tempo. Não sou nenhum delinquente e sempre assumi todas as besteiras que fiz e o pior sempre sabia que estava fazendo merda, mas a vontade de simplesmente fazer era maior. Mas essa garotada ai nunca vai saber o que é ficar bêbado tomando cachaça barata escutando um vinil do Led Zeppelin e Jimi Hendrix. Nunca mais vão jogar um game por causa de sua storyline. Não sabem que antigamente você instalava o windows com 30 disquetes, o porno era em vhs que rodava entre os amigos, entre outros. Sinceramente eu tenho pena dessa galera de hoje.. =/

     
     
    Juninho (61): 27/02/2010 às 12:59
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    “Pessoas espertas aprendem com seus próprios erros.
    Pessoas sábias aprendem com os erros dos outros.”

    Discordo desse ditado popular. É possível, sim, aprender com o erro dos outros. Porém, com os nossos erros, aprendemos de forma completamente diferente.

     
     
    kaká (62): 27/02/2010 às 13:10
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    O mais legal são os comentários. Concordo com o argumento de que a música influencia e muito no ocmportamento das pessoas. Mas o que acho engraçado é q tem uma grande maioria aí citando a rebeldia adolscente dos que lutaram contra a ditadura como referencia, qria saber qtas dessas pessoas viveram algo parecido na sua adolscencia…duvido MUITO que os leitores do blog sejam todos da época da ditadura. Enfim, é uma fase da vida insuportável msm, mas necessária p o crescimento, sem dúvida, e hoje não me arrependo de nada do que fiz até os meus 21 anos de idade (pq p mim foi só a partir daí que eu entrei na fase adulta).
    Parabéns mais uma vez Felipe. Depois eu volto aqui p ler mais os comentários que me divertem tanto.
    Até!

     
     
    Francisco (63): 27/02/2010 às 13:41
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    “Controlados pelo que a tecnologia vende como libertação” – Olha, eu não concordo com jogar video game o tempo todo e só ter relações virtuais, mas a tecnologia é sim, em grande parte, muito libertadora.

    Eu tenho 24 anos, e sou muito jovem. Fui adolescente nessa década, e o que eu acho é que o adolescente hoje não tem as mesmas coisas pra exigir como os nossos antepassados dos anos 60. Rebeldia adolescente pra virar rebeldia sem causa é um palito. E clichê! Eu acho sim que existe muito pra mudar, e sempre vai ter, só que hoje a informação e o acesso é outro. O século XX já passou, embora a gente ainda esteja no divã resolvendo ele.

    Apesar dos pesares, sinto força na adolescência hoje. Eles são mais informados, tem mais acesso à cultura e informação graças a tecnologia, eles são globalizados e não enxergam fronteiras. Pesquisas revelam que o adolescente de hoje é mais tolerante com as diferenças e apoia a diversidade cultural, sexual e social mais do que nós, adultos, e um pouco mais quadrados do que éramos um punhado de anos atrás. – Eles falam de sexo, não são reprimidos e possuem espaço e voz ativa. Seja na mídia, no mercado publicitário ou na mesa do jantar! Isso representa algo, talvez não muito, mas é algo.

    Ok… Crepúsculo, emos, Jonas Brothers… Esse monte de lixo é simplesmente sazonal, são apenas experimentações! Eu lia Paulo Coelho, pelo amor de Deus…Faz parte adolescentes passarem por fases de gosto discutível!

    (Leave the kids alone!!) rs.

    Francisco, sem dúvida eu concordo quanto aos pontos apresentados. Mas o comodismo e o silêncio nunca foram tão grandes. As interações sociais passam cada vez mais ao mundo virtual. Com menos interação, as conversas diminuem, os jovens perdem a oportunidade de aprender a se comunicar de forma eficiente, fecham-se em um mundo isolado. E, conforme a crítica no texto, aceitam que passem por cima deles com muito mais facilidade.

     
     
    Maciel (64): 27/02/2010 às 16:32
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    Nessa geração é McFly, emo e o caralho a quatro. Na tua, foi CPM22, Malhação e Detonautas, como já falaram aí. A história é a mesma, só mudam os nomes. Que nem diz uma música que eu não me lembro agora, “nothing changes but the names, the faces and the trends”. Você talvez fosse “rebelde”, não fosse passivo e tal, mas a grande da sua geração maioria era. Como agora. É claro que ainda existe a juventude que não é passiva.

    Eu falo baseado no que vi, no que observei. O ciclo que tive na adolescência era composto por pessoas com atitude, sem passividade.

     
     
    Letícia (65): 27/02/2010 às 17:03
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    Na boa…nem precisa aceitar meu comentário…

    como vc aguenta tando comentário inútil/Troll ?? juro..admiro sua paciência, já teria mandado tds eles à merda!

    ps. tenho 21 anos, e faço uns bicos como prof de inglês, entendi exatamente oq vc quis dizer…saudosos LP [post one step closer p/ ver se eles entendem] e SOAD e o tempo q não aceitávamos chantagem em forma de i pod.

    Letícia, os trolls são parte fundamental desse Blog. Todas as vezes em que começam a tentar sacanear um texto meu, o blog bomba ainda mais de comentários positivos. Aceito os negativos sem problema nenhum.

     
     
    Steve (66): 27/02/2010 às 17:36
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    Felipão, o que a gente precisa é de uma ideologia revolucionária cara.
    A gente não devia, mas se acostumou, nos acostumamos cara!! Nos acostumamos com a roubalheira, nos acostumamos com a merda.
    É foda, mas essa juventude NÃO TEM CULHÃO pra sair lá pra tirar os caras do governo.
    Não é que nem fizeram lá com o Collor e os caras pintadas, aquilo lá foi cretinice.

    A JUVENTUDE DE HOJE NÃO TEM CULHÃO, VIU? CULHÃO e vergonha na cara, pra sair nas ruas e fazer alguma coisa.

    Agora entrando em paralelo:
    Hoje em dia a juventude perdeu um pouco da ”utopia”, acho que hoje o jovem entra mais pra faculdade pra conseguir um bom emprego, e tal, prestar concurso público pra ganhar tantos mil reais e lidar com isso a vida inteira, acho que antigamente ainda havia uma ”utopia” não sei se vc concorda com isso.

    Sim, concordo.

     
     
    Links da Semana | NadaMais Blog (67): 27/02/2010 às 17:42
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    [...] – O que fizeram com a rebeldia adolescente? [...]

     
     
    Matheus Nerd (68): 27/02/2010 às 18:20
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    Tornar-se pessoas que discordam racionalmente é uma bela evolução apesar de que de vez em quando deveriamos sim ser irracional simplesmente pois precisaremos das experiencias de agora para o amanhã…(e como falou de punk e vc expressa tudo que fala com musica ai vai um grito tempestuoso…)
    I’m antichrist, I’m anarchist
    Don’t know what I want
    But I know how to get it
    I wanna destroy the passerby

    ‘Cause I want to be anarchy
    No dog’s body!!!!!!!

     
     
    Carlos Eduardo (69): 27/02/2010 às 18:44
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    Não questionamos mais nossa criação, porque infelizmente para alguns tudo o que poderia ser conquistado, já o foi.

    Abraço, quem se importa continua lutando.

     
     
    Gabriel (70): 27/02/2010 às 19:56
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    Exagero nas comparações estraga o texto!

     
     
    Felipe (71): 27/02/2010 às 21:21
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    Felipe,

    Você acha que esta situação dos jovens é motivo decorrente de uma séries de fatores dentre eles o que está sendo descrito neste outro texto?

    http://www . deldebbio . com . br/index.php/2010/02/26/obesidade-mental/

    Grato.

     
     
    Bianca (72): 27/02/2010 às 21:22
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    Bom, pelo menos eu continuo sendo teimosa, e só de não ser emo já é algo muito grande hoje em dia.
    E quando falam que sou uma pessoa infeliz por ser ateia, eu discuto também…

     
     
    J-Lee (73): 27/02/2010 às 21:34
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    “Quando nascemos fomos programados a receber o que vocês nos empurraram com os enlatados dos USA, de 9 às 6. Desde pequenos nós comemos lixo – comercial, industrial, mas agora chegou nossa vez vamos cuspir de volta o lixo em cima de vocês! Somos os filhos da revolução, somos burgueses sem religião. Nós somos o futuro da nação: Geração Coca-Cola!”

    Li teu texto ouvindo essa música, e cara, que decepção. Minha adolescência foi na mesma época que a sua, porém sempre gostei e achei deveria ter vivido essa época nos anos 80, pq esses sim foram anos de rebeldia adolescente que de alguma forma, fizeram algum bem para o país a mídia e pessoas daquela época.
    Mas enfim, nem tem muito o que ser falado… entendi e concordo com a mensagem que você tentou passar. It’s sad, but true.

    E Renato Russo, se revira no túmulo…

     
     
    Mayco dias (74): 28/02/2010 às 04:19
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    O ano de 2009, foi o meu primeiro vestibular. E no processo seletivo da ufpa, ocorreu vários transtornos. Ex: A 1º fase foi marcada por questões, que tinham em apostilas de um cursinho, gerando uma revolta, entre os demais vestibulandos. E a instituição acabou anulando, simplesmente 7 questões, mas não queriam anular a prova inteira, por conta dos gastos, calendário, etc. Dentro de uma semana, Belém simplesmente parou, fechamos a principal avenida de entrada e saida da cidade. Invadimos a UFPA, fizemos muitos protestos. Aparecemos na midia nacional, e a ufpa não aguentou a pressão. E acabou anulando toda a prova.

     
     
    Filipe J. Santos (75): 28/02/2010 às 05:49
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    Bom acho que não me encaixo mais como adolescente pois tenho 19 anos já, mas nunca fui influenciado pela midia, nunca ouvi músicas melosas desde os 14 anos minha base sempre foi metallica, iced earth , os gritos enufrecidos da angela gossow do arch enemy tenho vergonha da musica atual, laranja mecanica foi minha base haha, já tive a fase de deixar meus pais malucos pela roupa que vestia ou quando bebia escondido, sempre tive os olhos abertos para o cenario politico atual mas como você mesmo disse somos a minoria

     
     
    Kiboa » Blog Archive » Links interessantes – Lista 2 (76): 28/02/2010 às 06:47
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    [...] motiom da hora! Por que eu não quero um iPad. A diferença do banho de um homem e de uma mulher! O que fizeram com a rebeldia adolescente? O blog de Luciana de Viver a Vida Profissão inusitada: Bed Warmer. Como tocar violão bem e [...]

     
     
    Francine Nabuco (77): 28/02/2010 às 07:33
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    não vejo o porquê da rebeldia sem motivo de antigamente
    mas também não entendo porque os adolescentes de hoje viraram bebezinhos
    de qualquer forma, eu detesto ter nascido nos dias de hoje
    antigamente as músicas eram melhores, as séries, as pessoas, tudo.
    mas não me refiro ao seu tempo de adolescente…e sim aos anos 70/80
    na sua época as coisas já não eram mais tão boas.

     
     
    marcelo (78): 28/02/2010 às 08:16
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    Putz… isso q dá num olhar pro passado pra tentar entender o presente. O q se entende por “adolescência” é um fênomeno recente pra caralho, começou com a “juventude transviada” depois da 2ª guerra nos EUA como uma forma de criação de um novo mercado consumidor. Mas ao mesmo tempo tinha um certo tom contestador no contexto da guerra fria e um pós-bomba nuclear.
    O que eu to querendo dizer é q a contestação e o consumismo sempre andaram juntos. Até os punks de verdade do final do 70´ juntavam uma grana pra comprar discos.

    Hoje o plano inicial finalmente funciona, só com consumismo, sem a contestação. É o capitalismo funcionando e o ser humano caminhando pra extinção. Não sei porque todo mundo está tão surpreso…

     
     
    Marcel (79): 28/02/2010 às 09:07
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    Tal rebeldia que voce esta defendendo eh sim uma mestre as avessas. Pode ser uma coisa boa. Mas rotular a obediencia do “sim, senhor” como algo ruim, eh, sinceramente ao meu ver, burrice.

    Será?

     
     
    Miguel (80): 28/02/2010 às 09:14
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    Salve, li o texto, li metade dos comentários.
    Gostei do tema, não gostei da abordagem dada ao tema, cuja relevância é menosprezada com uma profundidade leviana. Tenho 28 anos e eu e minha namorada já detectamos e gastamos horas discutindo este assunto meses atrás.

    Eu concordo que a adolescência (jovens em geral) andam mais pacatos, omissos e puritanos. E inclua nessa lista: mais religiosos – por incrível que pareça. O que isso vai resultar, só veremos nos tempo vindouros, quando estes jovens forem pais e chefes de família.

    Agora, uma hipótese que eu levanto. Meu pai com 28 anos de idade tinha 3 filhos, casado, carro, casa e um trabalho decente. Eu tenho 28 anos e ainda estou estudando, buscando meu lugar ao sol. E isso acontece de forma geral, é normal ver hoje pessoas com quase 30 anos morando com os pais. Também conheço várias meninas de 24, 25 anos que (pasmem) ainda são virgens. O que quero dizer com isto? Acho que a “adolescencia” hoje ficou maior, as pessoas demoram mais para amadurecer. Mas cedo ou tarde haverá um crescimento social, cultural e crítico destes velhos jovens. Bem vindo ao admirável mundo novo!

     
     
    Rodrigo Silva (81): 28/02/2010 às 09:19
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    Os adolescentes de hoje precisam crescer.
    Com 19 anos eu tava morando sozinho e me auto sustentando, se eu quisesse ficar com meus pais nao teria minimo problema pois eles tem uma otima condição financeira.
    Mais nao tem coisa melhor que você ficar no seu espaço, ouvir sua musica na altura que desejar sem ngm pra te enxer a paciencia.
    99% moram com os pais até os 35 anos.
    Isso é pra matar mesmo.

     
     
    Wheder (82): 28/02/2010 às 09:36
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    estão se demonstrando pessoas burras , é claro que há rebeldia mas tbm temos nossos pais, e temos que respeita-los . ninguém age como bebezinho .

     
     
    Raíza (83): 28/02/2010 às 10:08
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    voce foi DIRETO ao ponto. Hoje os adolescentes tem muito³ mais motivos pra se rebelar e além disso coloca o rabo entre as pernas e se contenta tacando o “foda-se” mais delirante que eu já vi na minha vida. É uma verdadeira onda masoquista de vulnerabilidade que tento de todas as maneiras nao fazer parte. Os poucos que se rebelam nunca recebem o valor merecido. Daria tudo pra ter nascido na geração passada só pra fugir dessa musica Pop que arranha meus ouvidos e da “geração Malhação” de ser. inveja dos que gritaram aos sons dos Beatles, guns n’ rose, led zeppelin e porque nao nossos revolucionarios chico buarque e cazuza. õ//

     
     
    Thales (84): 28/02/2010 às 10:47
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    A rebeldia acabou, graças a deus.

    A rebeldia é importante.

     
     
    Levy (85): 28/02/2010 às 11:24
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    A questão não essa meu amigo.
    Pense no quadro como um todo. Vivemos numa sociedade de filhos de rebeldes alinhados. Os nossos adolescentes se rebelam não contra o comportamento social paterno mas sim contra os preceitos morais. Um filho drogado que houve S.O.A.D. e Nirvana hoje em dia não chocaria a familia, geraria uma repressão sim, mas e isto no que alteraria o estado do repressor que logo em seu amago aceitaria aquilo como uma faze pela qual ele mesmo passou. Por outro lado o Brasil não passou pela faze do amor livre, um filho Emo que fica com meninos só por diverção, isso sim é prejudicial ao psicologico do berço familiar.
    Alem disso vivemos num momento de depreção com relação a falta de motivos por revoltas. Olhe como a sociedade esta aberta a estas revoltas. O movimento Punk veio para acabar com o nariz impinado dos almofadinhas com suas roupas rasgadas e cabelos estranhos, moicanos altos e skin heads tatuadas. Hoje você vai ao verner e pede o mesmo penteado, compra no shopping roupas ja rasgadas e sai por ai desfilando, ninguem nota.Então você chega em casa, entra no Orkut e vê onde outros como você vão se encontrar para ir ao show da banda “Revoltadissima” que vai estar na casa de shows mais proxima.
    Eu concordo com você, acho que vivemos uma geração perdida de proposito e sem a revolta que tinhamos, a coragem e a garra, para quebrar tudo, e acho o tipo de revolta atual uma babaquice, mas quem irá fazer um futuro mais aberto a diferênças e formar a sociedade tolerante do futuro, não são os iguais a nós de ontem, mas os diferentes que surguem hoje.

    Mas realmente, concordo, a musica é uma merda, a atitude é chata e as roupas não horriveis. Prefiro a minha geração que não é Punk mas é Grunge.

    Mas pra finalizar. Ser revoltado não é isso? provocar de retorno uma sensação de revolta? Você e nós não estamos discutindo isso exatamente porque estamos revoltados?

    We are the sons of Anarqui, look to our sons.

     
     
    andre araujo (86): 28/02/2010 às 12:11
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    É triste que hoje o pensamento seja totalmente esquartejado por aqueles que silenciosamente querem dominar todas as açoes do mundo! Pegue uma arma irmao!

     
     
    Guilherme (87): 28/02/2010 às 12:17
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    adorei a letra que colocou de Toxicity. Faz parte do meu nick do MSN tem uns 5 anos hehehe

     
     
    C4R (88): 28/02/2010 às 12:20
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    Ah, a juventude hj ta escrota, uns cabelinhos escorridos para a testa virou sinal de rebeldia desse juventude que pensa que ser rebelde é ir para o shopping com os amigos todos vestidos iguais, com rostos iguais e mentes iguais.
    Dar a bunda não é rebeldia

     
     
    Vinícius Pedro (89): 28/02/2010 às 12:41
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    as vezes até falou mau dos adolescentes atualmente, mas acho que isso na verdade é puro saudosismo. nossos netos vão falar a mesma coisa. que no tempo deles eram bem melhor e as ruas eram mais seguras…

    mas acho que rebeldia sem causa não serve pra nada. adolescentes por si só já fazem algumas besteiras e isso já basta. vc não precisa de quebrar a cara para aprender alguma coisa sobre a vida. a única coisa que todos adolescentes devem buscar eu acho que é ter senso crítico. muitos adolescente que possuem essa rebeldia contras algumas coisas, na verdade só vomitam o que alguém falou para eles e dão uma de pseudo-intelectuais. ouvem e repetem como papagaios. por exemplo esse ateus fanáticos que acham que quem é teísta é um retardado…enfim na época da ditadura que era mais dificil de se expressar, mas agora que se pode falar sobre algumas coisas todos estão calados.

     
     
    Thomaz (90): 28/02/2010 às 14:15
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    Seu texto, apresentado por uma amiga por quem eu tenho bastante apreço, não apresentou nada de novo. Nada mesmo. Você acha que somos alienados, acomodados, etc… Mas se esquece de algo: nem sempre porque concordamos, não avaliamos criticamente. Parece que só aceitamos e sorvemos a cultura alheia sem nenhum reconhecimento. O que nem sempre é verdade.

    Tout passe, tout casse, tout lasse, mon ami.

    A adolescência passou para você, acho. Então você não vê a nossa rebeldia, assim como seus pais provavelmente não viam a sua. Participar da modinha pode ser nosso próprio ato de protesto, perceber que somos peões pode nos assustar, mas é a verdade.

    Por último: você fala da comodidade como se fosse algo ruim. Para você até pode ser, para nós pode não ser. Os valores são diferentes, eles não são imutáveis. O texto é puramene saudosista, porque você tomou como ponto de vista somente o seu, em nenhum momento tentando nos entender ou algo semelhante.

    Abraços,
    Thomaz

    O objetivo do texto não era acrescentar, era incentivar. Garanto que meus pais foram cientes da minha rebeldia, pois nunca deixei que decisões insanas passassem por cima de mim. Lutei pelo que acreditava, mesmo estando errado, e muitas vezes enchi a cara na parede, aprendendo com meu erro. O incentivo é nesse sentido. Se você acha desnecessário, respeito sua opinião.

     
     
    Ícaro (91): 28/02/2010 às 14:48
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    poowww eu cresci ouvindo system of a down caaaaaaaara AHUEUAHEUAh serj tankian na veia, com certeza! Até hoje eu fico torcendo para eles voltarem…

     
     
    Ícaro (92): 28/02/2010 às 14:51
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    Tenho a opinião de que a minha geração foi a última que prestará…tenho 19 anos e lamento a cada dia da vida que crianças e adolescentes levam atualmente.

     
     
    kazeh (93): 28/02/2010 às 14:58
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    - uhahuahuau geração que ouvia linking park.. huahuahuahuahuahuahuahuahuhuahuahuahuahuahuahu .. pqp meu fio..se vc era desse .. vc faz parte do começo da geração modinha emo new metal.. meu deus que vergonha alheia.. pqp.. que muita rebeldia hein… ahuahuahuahuhuahuahuahuhuahuhuahuahha.. caraio.. quando ouvi falar do texto não sabia que chegava a isso.. gosto de soad.. mas falar “berros enlouquecidos de Chester Bennington” me fez rir litros..

    mel dels..

    Eu CITEI Linkin Park como uma pequena referência ao que escutávamos no período da minha adolescência, época em que a banda estava surgindo e vinha com uma proposta diferente. O que aconteceu ou o que fizeram dela foi outra história.

    E o Chester não berrava enlouquecidamente?

    ps: SOAD chuta bundas, eu não ponho as duas bandas no mesmo patamar.

     
     
    Jonas' (94): 28/02/2010 às 15:33
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    foda-se as malditas idéias pré concebidas e esse maldito deus que te manda para o inferno por fazer o que gosta.
    e principalmente esse sociedade de retardados que adoram a autoridade imposta à eles, sem nem saber o que é certo, e o que sabem é por puro senso-comum. faço o que quero da minha vida, afinal, ela é minha. não?
    depois que começei a me impor que vi a verdadedeira felicidade, tenho 15 anos e me consideram “diferente”, só porque não sigo malditas modinhas.
    e é isso, pau no cú de quem pensa que eu to errado por puro comodismo.

     
     
    leonardo (95): 28/02/2010 às 15:46
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    Cara, nao vejo diferença dos adolescentes de hoje com os de 2001 a 2005, atitude, comportamento, rebeldia… tudo igual, a unica coisa que mudou foi o cenario musical (que conseguiu ficar pior, fato)… Acredito que desde 92 (e nao foi la grande coisa comparada à outras epocas no Brasil) nao temos uma manifestaçao de jovens realmente relevante.

    PS. Agora um post falando da decandencia musical seria bem legal, ate mesmo pra galera mais jovem se inteirar do que rolava de bom na epoca de seus pais, tios, irmaos mais velhos…

     
     
    Duka Palacio (96): 28/02/2010 às 15:48
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    Texto maravilhoso!

     
     
    nicholas (97): 28/02/2010 às 16:19
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    Tema interessante, só achei meio ridícula a comparação com os adolescentes de antes que ouviam Serj Tankian… Era a mesma coisa..

    Tá certo que hoje os jovens andam mais suaves ainda, mas a comparação não serve ao propósito da rebeldia, infelizmente. :(

     
     
    Guilherme (98): 28/02/2010 às 17:37
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    Eu sou da nova geração .. e não aguento esses novos rebeldes. Se é que tenha novos rebeldes, Sim, quero a geração que ia a LUTA , que não ficava calada .. se for para chingar , chingava … Agora chega desses novos rebeldes que se deprimi ouvindo músicas TOLAS E MERDAS.

    Mandou Bem Filipe Neto!

     
     
    Links de Domingo « Besteironas – Mais do Que Besterinhas (99): 28/02/2010 às 18:14
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    [...] motiom da hora! Por que eu não quero um iPad. A diferença do banho de um homem e de uma mulher! O que fizeram com a rebeldia adolescente? O blog de Luciana de Viver a Vida Profissão inusitada: Bed Warmer. Como tocar violão bem e [...]

     
     
    Gil Castellar (100): 28/02/2010 às 18:26
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    Parabéns.

    Você conseguiu parecer um ex-militar americano da 2ªWW falando como a adolescência de hoje não nasceu pra ser soldado. Comparação ruim, não é? Depende.

    Sobre a rebeldia: aonde diabos você mora? E como diabos você tem peito ou idade para argumentar sobre algo daonde você saiu BEM? E os que não saíram bem da rebeldia? Esses sim tem que vir aqui e argumentar no seu lugar. Pena que em grandíssima parte eles não podem. Quer ver rebeldia hoje? Procure por trotes em faculdade. Trotes MESMO, atuais. Nada daqueles que eu ou talvez você conheceu, de pintar o rosto e pedir grana na rua. Tem muitos modos melhores de errar e aprender com isso do que sendo rebelde.

    Me ferve o sangue ver um garoto como ti fazendo um texto sobre algo do qual você ainda não saiu. Mas por que me ferve o sangue, rapaz, por quê?

    Você ainda não chegou na idade de ter filhos adolescentes, de vê-los sendo rebeldes. Eu perdi há 4 anos um filho de 16. Mas por quê? Porque ele não teve a mesma merda de sorte que vocês acham que não tiveram. “Ah, mas eu sofri pra caramba”. Sofreu??? Tem certeza???

    Mas OK. Só espero que na próxima vez, não fale somente o lado BOM do que você defende e o RUIM do que você critica.

    Enfim, não desejo isso para ninguém. Mas daqui alguns anos acontecer com você o que aconteceu comigo, você jamais, creio eu, irá defender novamente uma atitude que põe nossas crianças em uma roleta russa, onde a maioria, como você, não sofreram NADA demais com a rebeldia, pois tiveram sorte. E não venha dar uma resposta dizendo que sofreu e ganhou maturidade com isso.

    Enfim, caro amigo, só acho que devia ver os dois lados da defesa ou crítica que vai fazer. Assim você terá textos com equilíbrio moral.

    Abraços.

    Pera lá. Sua raiva desmedida por ter perdido um filho adolescente de 16 anos por conta de algo que vai ALÉM da rebeldia que eu citei no texto não deve ser usada pra me atacar.

    Primeiro, não, eu já saí dessa fase rebelde há muito tempo. Se conversasse comigo pessoalmente por meia hora perceberia este fato.

    Segundo, eu não defendi esse tipo de rebeldia, onde se faz mal, usa-se drogas, causa feridas em outras pessoas. Isso não é rebeldia, é um conjunto de problemas presentes na vida do indivíduo.

    A ÚNICA coisa que eu quis dizer no texto foi que os jovens não devem aceitar o que impõe a eles, se não concordam com o que está sendo imposto. Os jovens de hoje estão com muito mais tendência a aceitar sem falar nada, coisa que eu critico e único foco do texto.

    Desculpe, mas se o seu filho morreu, não foi pela rebeldia que estou incentivando no texto.

    Agora, você disse para eu escrever sobre o outro lado da moeda. Pois bem, eu já tinha feito isso, você só precisava ter pesquisado. Está aqui o texto pra você: http://controleremoto.tv/blog/2009/09/conselhos-de-quem-sabe/

     
     
    Góris (101): 28/02/2010 às 19:52
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    1960 – Inconformado, um jovem adulto escreve de punho um texto reclamando dos jovens de seu tempo, que não são como os jovens de antigamente… Os gostos musicais, então…

    1970 – Inconformado, um jovem adulto escreve com sua máquina de escrever um texto reclamando dos jovens de seu tempo, que não são como os jovens de antigamente… Os gostos musicais, então…

    1980 – Inconformado, um jovem adulto escreve de punho um texto reclamando dos jovens de seu tempo, que não são como os jovens de antigamente… Os gostos musicais, então…

    1990 – Inconformado, um jovem adulto escreve num BBS texto reclamando dos jovens de seu tempo, que não são como os jovens de antigamente… Os gostos musicais, então…

    2000 – Inconformado, um jovem adulto escreve em seu Pentium 550 um texto reclamando dos jovens de seu tempo, que não são como os jovens de antigamente… Os gostos musicais, então…

    2010 – Bem, tem seu texto.

    Honestamente acho que isso tem a ver com duas coisas, incompreensão dos novos gostos e desejos das pessoas e uma memória seletiva própria que todos (até mesmo eu) sentimos, de achar que antigamente era melhor…

    Tenho 30 anos e lembro de meu pai reclamando dos meninos mais velhos da minha rua, que queriam jogar futebol com bola de capotão… Meu pai dizia que na epoca dele é que era bom, com eles jogando com bolas feitas pelas mães deles e sem esse consumismo de “Bola de Capotão”… No tempo dele é que era bom…

    Sei lá, não curti tanto seu texto quanto os outros. Achei algo do tipo reclamar sem propor mudanças nem aceitar que pessoas diferentes possam ter gostos diferentes. Ou vai me dizer que seus pais e outros “velhos” aceitavam seus gostos (musicas inclusas) quando vc era adolescente?

    O mesmo despeito que vc sentia quando reclamavam de sua música os jovens EMOs devem sentir ao ler um texto como esse.

    Por fim, nunca fui adolescente rebelde, o que nunca me impediu de ser critico e contestador quando deveria ser. De certa forma, um adolescente que ouve música melosa quando todo mundo que acha que está certo e o manda ouvir músicas revoltadas é tão rebelde quanto vc foi um dia.

    E vale pensar que, quando todo mundo é rebelde e acha certo ser rebelde é por que ninguém é rebelde na verdade!

     
     
    Volcof (102): 28/02/2010 às 20:29
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    Tenho 18 anos e realmente fico irritado com essa apatia adolescente. Confesso que não faço muito para mudar as coisas que acho errado, sou acomodado também.
    Mas o que quero lhe pedir, caro autor, é que tente ter um outro ponto de vista sobre a situação. Tente analizar que o tempo passa e as gerações mudam, a nossa não é como a de nossos pais, assim como a deles não foram como a de nossos avós e que a dos nossos filhos não serão como a nossa. Também tente pensar que o que cria um indivíduo é uma combinação de fatores, entre eles o MEIO EM QUE É CRIADO. Esses adolescente que hoje são apaticos e pouco fazem para mudar o mundo de forma revolucionária, nada mais são do que filhos desses revolucionário que um dia tiraram Collor do poder, lutaram pelas Diretas Já e tantas outras coisas. Já parou pra pensar que talvez esses revolucionários do passado talvez tenham virados pais caretas, com o unico desejo de proteger seus filhos para que eles não passem pelo que passaram?
    Enfim, o texto abre um debate amplo, espero que aproveite o excelente tema que lançou para abrir novos ares sobre esse debate importante.

     
     
    Erison (103): 28/02/2010 às 20:33
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    Grande Felipe! Sou fã do seu blog há algum tempo. Nunca comentei, acho que vou começar a comentar a partir de hoje.

    Tenho 20 anos, minha fase de adolecente acabou faz pouco tempo. Sempre fui um adolecente rebelde, e me lasquei mto por causa disso, afinal, é errando que se aprende.
    Estudei em colégio interno, OUVIA SIM Linkin Park, Offspring, Metallica, Iron, ACDC, porém nunca deixei de apreciar um bom rock nacional como, Legião Urbana, Capital Inicial, Raimundos, entre outros.
    Percebo que a música influência demais o comportamento dos adolecentes. Eu fui influênciado, e eles tbm serão.

    Tenho vários amigos/conhecidos adolecentes. As vezes fico pensando como eles são diferentes do que eu era “antigamente”. A sociedade muda, pq eles não mudariam?
    Conversando com uma garota um dia desses, ela tem 13 anos, entramos no assunto de msn e eu disse que odiava conversar pelo msn. Ela me disse: “Nossa como vc é anti-social!”

    Se eles estão assim hoje, imagine daqui 20 ou 30 anos! Espero que melhorem, ou melhor, que sejam mais revoltados!

    ps.: belo texto!

    ps.: belo comentário

     
     
    Hannah (104): 28/02/2010 às 21:16
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    Vc convive com adolescentes? Na sala de aula em q eu me formei no ensino médio ano passado a parede do fundo tinha um cartaz com fotos do Che Guevera, Gandhi, Lennon, Naruto…tinha uma suástica e uma estrela de Davi, uma cruz e um 666, tinha um grande BRAZIL (com z mesmo, pra criticar) e um avião da Tam q ate hj não sei pq tava ali. Tinha gente lendo Crepusculo ou Salinger, ouvindo Mcfly, Guns, Joplin, 50 cent ou Jorge e Matheus (ninguem ouvindo Cine pelo o q eu saiba)
    Ainda temos o “espírito rebelde” ou qlqr coisa q isso signifique mas o q fazer com ele? A gente vota em quem a gente quiser, escuta o q quiser. Veste, fala, transa como quiser, burla a lei qnd dá, pra uma birita ou um cigarrinho. Depende só de querer. Eu não vou sair na rua protestando pelo direito de beber antes dos 18 por exemplo pq não faz diferença. Vou sair nas ruas qnd a passagem do ônibus subir demais se, e somente se, isso me afetar (ou pra um Flash Mob).

     
     
    matheus (105): 28/02/2010 às 21:19
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    Eh as vezes isso acontece quando a sociedade evolui….é igual quando agente vê aqueles desenhos de antigamente e pensa ” porra os desenhos eram muito melhores”….

     
     
    Meira (106): 28/02/2010 às 22:07
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    Serj Tankian opa! hahahha

    A geração atual é marcada por individualismo assustador, a luta coletiva é encarada como inutilidade, ou seja, “para que me sacrificar, vou garantir é o meu, rapá!”

    Acho que o antídoto contra essa imobilidade é estimular as pessoas a pensarem. E pensando nos sensibilizamos com o injusto, ilógico e inadimissível… O melhor disto é que é uma rebeldia proveitosa … Mas temos visto matarem a arte da dúvida e da crítica, tudo em nome da preguiça e do comodismo…

     
     
    jorge (107): 28/02/2010 às 22:35
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    Entendi o seu ponto de vista aqui(eu acho).

    Pode ser que SOAD e LP não sejam as bandas mais rebeldes que existem mas pelo menos pra min mudaram muita coisa, começei a ouvir rock por Linkin Park, e depois passei a ouvir muito SOAD, hj em dia não ouço nenhuma das duas, alias Linkim Park é muito ruim haha e SOAD eu ainda curto só que com uma frequencia muito menor.

    Pra min são bandas muito importantes ppela fase de “transição” pois se não fosse pelo SOAD que abriu minha visão politica hj não participaria ativamente da politica em minha cidade e tão pouco teria uma visão tão critica que tenho hj.

    Enfim oque eu quis dizer é que as bandas citadas tem uma rebeldia meio sem fundamento, mas server pra inserir o jovem em outro mundo e dai ele tem a capacidade de se desenvolver com oque realmente é real, e não apenas rebeldia sem causa.

    Agora quem ouve essas coisas coloridas e bixisses que tá na midia hj em dia tem que futuro? Reclamar contra a homofobia, no maximo.

     
     
    Andressa (108): 28/02/2010 às 23:03
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    Tenho 18 anos e desde os 14 tenho liberdade para fazer o que eu bem quiser, quando quiser e como quiser, mas nem por isso faço merda.
    Falo palavrão, ouço muito rock (rock de verdade, não merdas do nível de Linkin Park) e chamo meus pais de “cara” (eu sei, isso não é comportamento de uma dama), mas também estudo muito, leio Dostoiévski e Huxley, ouço jazz, discuto política, religião e filosofia.
    O que estou tentando dizer é: adolescentes não precisam ser um bando porra-louca que só faz merdinha e sai chutando as paredes enquanto ouve pseudo-punk. Adolescentes podem sim agir como pessoas civilizadas e ainda assim aprender com a vida.

     
     
    bruno (109): 01/03/2010 às 00:11
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    seus pais acham que nirvana, offspring e cia são músicas chatas, quem faz música de verdade era elvis e cia

    seus avós acham que seus pais gostavam de bandas muito pop e gringa, eles gostavam mesmo era de tonico e tinoco, sergio reis etc…

    e no futuro seus filhos irão achar que mcfly, detonautas e etc que eram rock de verdade..

    a diferença está que estamos na era do entretenimento..não temos mais vontade de sair berrando contra td e contra todos, gostamos mesmo é de jogar video-game

     
     
    Gleidson (110): 01/03/2010 às 03:53
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    de vez em quando eu fico pensando nessas merdas ai tambem! quando era muleque, a muito tempo tras, eu ouvia escondido metallica, iron maiden, pantera, radiohea entre muitas outras, ouvia escondido porque meu pai achava o somo muito pesado, que as bandas eram todas anti-cristo e blablabla HAHAHAHA, hoje meu irmão caçula, ouve fresno, nx zero, que merda é isso? onde o mundo vai parar! PQP….

     
     
    mark (111): 01/03/2010 às 05:15
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    Se rebelar contra o quê se hoje e dia está tudo liberado?

     
     
    Nick (112): 01/03/2010 às 06:04
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    “A maioria se tornou minoria.” É realmente uma citação bem interessante, e ate um tanto verdadeira. Vejo muitos na minha sala de aula que nem se quer tem um opinião formada sobre nada, o professora pergunta o que ela acha do Nazismo e elas simplesmente vira a cabeça e diz: “Num acho nada professora”

    Porem as minoria que na verdade não é tão pequena ainda tem a rebeldia dentro de si, lutamos com unhas e dentes pelo que acreditamos, porem hoje não xingamos nem gritamos, lutamos “civilizadamente” com argumentos, mesmo estando errados, lutamos! Mesmo não sendo o dono do mundo, lutamos! Mas de outra forma ^^

    Me considero um rebelde maduro… Os gostos musicais mudaram para apenas bandas com componentes bonitos que cantam sobre coisas melosas! Nunca gostei delas! Prefiro os velhos tempos (Mesmo não fazendo parte, pois ainda tenho 14 anos) como: Biquini Cavadão, Ultraje a Rigor, Paralamas do Sucesso, RPM, Capital Inicial e assim vai! Musicas orientais (Japonesas) tbm são muito boas atualmente (Principalmente o J-Rock)!

    Flwz, Felipe o/

     
     
    João (113): 01/03/2010 às 06:07
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    os adolescentes hoje do sexo masculino parecem ums viados,
    não se pode mais brigar nas escola que é bulling, só pensam em dinheiro e aparências, e essa coisa de metrosexualismo?
    transformaram o homem num bixo consumista e preoculpado com as aparências ( malhar tudo bem, mas fazer a sobrancelha e pintar o cabelo?)

    O ADOLESCENTE DO SECULO 21 FOI DESMASCULINIZADO!

     
     
    Laís (114): 01/03/2010 às 06:29
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    O fato é: a rebeldia tá aqui. Encubada, mas tá! Entretanto, por algum motivo ainda desconhecido, ela foi se perdendo de tempos em tempos e não acho que sejamos capazes de alcançar o nível desta de 30 anos atrás, no mínimo.
    Concordo quando dizes que o comodismo impera, porque isso de fato ocorre. Mas quando alguém se mobiliza, em alguma passeata, por exemplo, somos os mínimos e não uma grande parcela, como costumava ser.
    Sou vegetariana e diversos são os movimentos, abaixo-assinados, passeatas e outras manifestações a favor dos direitos dos animais, o que, de certa forma, foge aos padrões da sociedade e pode ser considerado rebeldia. Mas não temos voz. Não nos é dada a oportunidade de esclarecimento pra uma grande massa!
    A rebeldia, seja do caráter que for, está cada vez mais repreendida, e de forma cada vez mais violenta. Quisera eu – e, sei, que muitos outros – viver em 1789 e extinguir os governantes que não nos dão voz e não buscam fazer o melhor de nós.

     
     
    Bita (115): 01/03/2010 às 06:46
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    Concordo com vc, mas infelizmente eu me encaixo nesse grupo, hipócrita é aquele que hoje entre seus 15 e 25 anos dizem o contrário…
    Acho que é mais cultural… cada geração tem sua característica e a nossa é essa… estamos na geração “quem manda é quem está armado”… somos da geração vítima do medo que os traficantes impõem nos bairros cariocas (e outras cidades), do medo da polícia (que teria que nos proteger, mas agem como bandidos e do medo do poder aquisitivo, que faz o que quer e não tem punição…
    Sinceramente?! Acho absurdo nossa apatia, mas será que se eu me revoltar vai adiantar? Sou da geração “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, pois não quero perder minha vida e minha família, por um ideal que nem sei se vai dar certo… Infelizmente, essa é a nossa geração…

     
     
    Jeff (116): 01/03/2010 às 07:04
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    Ahhh saudade dos meus 15 anos andando por ai com a camiseta do S.O.A.D. e discordando com todo mundo.. Infelizmente nós temos que amadurecer.

     
     
    Thaís S. B. Araujo (117): 01/03/2010 às 07:32
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    Quando eu era adolescente eu era muito passiva. Fui soltar a franga e enfrentar tudo aquilo que me repreendia com cerca de 21. (Hj tenho 25)
    Conta?

    ^^

    Td bem, hoje em dia as coisas estão acontecendo mais tardiamente mesmo. Vc já reparou nisso?
    Não falam que os de 30 são os novos de 20?
    Os de 20 agora acho que são os novos de 10!
    Tecnologicamente estamos evoluindo muito, a maturidade chega mais tarde porque a responsabilidade em si também chega mais tarde, vc não acha?
    Hoje em dia com 18 anos o pessoal ainda mal sabe o que é mercado de trabalho direito, só bem depois que começa a trabalhar e pagar suas contas, começa a perceber o peso que a política, que a mídia e que a justiça e injustiça exercem sobre o dia-a-dia.
    Com toda essa preocupação e pressão exercida sobre os adolescentes nos dias de hoje, com todo esse inferno de todos terem que ser os melhores, conseguir o melhor emprego, buscar o melhor lugar no vestibular, ser excepcional em todas as entrevistas, forjarem muitas vezes o que são para buscarem seu próprio espaço, acho que não sobra muito “tempo” para se rebelarem conforme você falou.
    Querendo ou não, as pessoas dançam conforme a música, a geração de antigamente não vai voltar e ainda outras diferentes estão por vir.
    Talvez se você olhar por um outro ângulo, os adolescentes de hoje em dia sejam ainda mais baderneiros do que os de antigamente.
    Por exemplo, hoje em dia, eles conseguem tudo o que querem custe o que custar, mas para eles próprios, para suas conquistas pessoais (e muitas vezes uma conquista fútil que se refere aos seus grupinhos, tribos e times), e não para o coletivo.
    O jovem de antigamente lutava pelo bem coletivo, pensava mais no próximo, pensava no seu povo. Hoje em dia é mais cada um por si…talvez isso dê a impressão mesmo de que a geração está muito largada e acostumada.
    Se a população se fode mas eles estão bem, então tá tudo bem.
    Mas sinceramente, por mais que se rebelassem em prol do bem coletivo, será que adiantaria alguma coisa?
    A única coisa que o povo faz hoje em dia de vez em quando é passeata, e isso não muda nada.
    Acho que se tiver que existir uma grande luta em busca do que acreditamos, essa luta precisa ser composta tanto pelos adolescentes, quanto pelos adultos. Porque barulho é algo que todos nós deveríamos fazer, independente da idade.
    (Contanto que se saiba o motvio do barulho, e que ele seja bem feito)

     
     
    Thiago (118): 01/03/2010 às 07:42
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    Falta de drogas. (não o crack) Mas falta maconha de qualidade e cola de sapateiro. (pergunte pra qualquer punk dos anos 80 o que eles usavam.)

     
     
    Luziane (119): 01/03/2010 às 07:55
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    Bom, concordo com um comentário aí em cima que disse que isso é mais uma coisa de fase. Pois o que poderia ser considerado rebeldia antigamente, pode não ser mais. Mas concordo com você, afinal hoje vemos uma juventude relaxada, que não se incomoda com aquilo que está errado para eles. Acredito que, em partes, isso tenha a ver com os ídolos dos jovens. A juventude gosta de se espelhar em coisas que eles acham fora-da-lei. Essa é a maior característica deles, é o que os diferencia do resto. No passado tínhamos Che, e Malcolm X, só para citar alguns líderes revolucionários que foram contra algo que lhes foi imposto. Os jovens do passado eram revolucionários pois seus líderes também eram. Não importava se o ideal buscado por eles era o certo ou não. Ia de encontro com tudo o que haviam aprendido. E era disso que o jovem gostava. De burlar a lei. Ir contra o sistema. Me pergunto onde isso foi perdido. O que ocorre hoje, é que os jovens estão sem esses tais líderes revolucionários. Passamos por uma fase onde todos dão mais importância à Malhação do que a qualquer outra coisa. Onde todos estão mais preocupados com o “elimidado da semana” que com política. Os jovens de hoje odeiam política. Não ligam se seu bairro foi esquecido na última proposta daquele candidato. Não ligam se não há propostas de melhoria para o mesmo. Eles estão alheios aos problemas. Aos SEUS problemas. Mas se os ícones que eles têm são a Grazi, oLucasdoFresno ou o FilhodoFábioJrQueTáNaMalhação, não há porque esperar mais. Esses ídolos nada fizeram além de ter um rostinho bonito. A juventude de hoje está tão sem ídolos que o tal “quebrar as regras” se resume àpenas as roupas, que são coloridas pra caralho. Ou o cabelo. Se for rosa então, meu Deus, que absurdo. E toda essa despreocupação é preocupante, pois enquanto tivermos jovens que não questionem sobre política, religião, sociedade, a situação não vai mudar. Pois é disso que o governo precisa, de pessoas cada vez mais acomodadas. E já vemos o reflexo de tudo isso. Nunca a corrupção esteve tão em alta quanto nos dias de hoje. Nunca essas pilantragens estiveram tanto na nossa cara. E os jovens? Cadê? As pessoas que têm mais coragem e fôlego preferem fechar os seus olhos e calar as suas bocas. Culpa deles? Nossa? Da mídia? Talvez de todos!
    Sinceramente não sei se isso vai mudar. Mas seria adorável se mudasse.

    PS1: Parabéns pelo blog. Com certeza ele faz parte do último fio de rebeldia que ainda resta e você. Mesmo não tento mais idade pra isso, heheheh.
    PS2: Não sei o que aconteceu com o outro comentário. Por isso resolvi escrever de novo. Fique a vontade para não aceitar!

     
     
    lks_vieira (120): 01/03/2010 às 08:06
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    Ótimo texto. A juventude está sim acomodada hoje. Os pais dizem que eles não podem se arriscar porque correm o risco de cair, e, eles acatam essa idéia como se fossem a dele.
    Nunca vou me esquecer, uma vez minha mãe estava brigando comigo (eu tinha 15 anos, hoje tenho 20) porque eu e meus amigos tinhamos cabelos compridos, ouviamos som alto e gostavamos (ainda gosto) de criticar tudo que viamos de errado nas nossas vidas. Ela dizia que não entende como eu podia pensar daquele jeito, ja que ela me deu educação, me criou desde o meu nascimento, dizia o que eu devia ou não fazer, e absurdamente ela soltou a seguinte frase: “Você é meu filho, você TEM que pensar EXATAMENTE igual a mim!”. Isso foi o que mais me revoltou… Merda, eu sou livre pra fazer o que eu quizer, na hora em que eu quizer, da maneira como eu quizer.
    Livre arbitrio é uma regra universal que algumas pessoas (não só jovens) estão esquecendo hoje em dia.
    “Faz o que tu queres, há de ser o todo da Lei” Aleister Crowley (esse sim foi rebelde em sua vida).

     
     
    Koloral (121): 01/03/2010 às 08:49
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    Realmente a juventude de hoje, só está antenada no que é bonitinho, só vejo jovens retardados com seus mp3s escutando essas musicas de bandinhas de moda…bons tempos aqueles dos anos 80 e começo dos 90 em que o jovem tinha atitude!Hoje só se vê o jovem preguiçoso e pensando mais em sua aparência! Quer ser emo, tudo bem…mas não seja bicha!
    Vá a luta!

     
     
    kazeh (122): 01/03/2010 às 09:01
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    - Chester tem uma condição de voz, com mais de 2 timbres quando ele grita.. mas a banda sempre foi o inicio do tão popular new metal que começou logo antes do emo e afins.. e que seus seguidore adotaram bandas como slipknot, soad, etc.. erroneamente claro.. mas foi uma tentativa que não deu certo pois o linking park parece que cansou de fazer um som aceitavel e caiu na qualidade.. assim como o que realmente começou o movimento “new metal” o limp bizkit..

    bom.. o que vale comentar só é que pra uma geração ser rebelde mesmo e todo esse blablabla, não importa o som que ouve.. só tem que ter atitude.. e isso é uma coisa que não existe mais.. bando de adolescente que gosta de vampiros que purpurinam, e harry potter, e muitas coisas de hoje em dia que simplesmente doutrinam eles a serem essa geração de bundoes.. huahuahuahuuahhua..

    Parou, não fale de Harry Potter, hehehehehehehehe. Comparar com Crepúsculo é extremamente ofensivo, tem que ler antes.

     
     
    Anna (123): 01/03/2010 às 09:52
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    Eu não acredito nessa história que o texto é só nostalgia. As coisas mudaram, não foi só você que envelheceu.

    Talkin’ ’bout my generation, talkin’ ’bout my generation….

     
     
    Barbara (124): 01/03/2010 às 10:03
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    POHA! realmente, li e tive que comentar.
    Como ainda estou numa mescla de adolescente/adulto…enfim, os conflitos antigamente eram resolvidos na base do grito, vc saia de casa e ia andar sem rumo pra refletir, enfim…hj simplesmente o adolescente se cala, senta a bunda no pc, procura um chat (msn no caso) e descarrega tudo…pronto! Não há mais gritos, não há mais aquela força adolescente sem razão, não há mais rebeldia sem causa, que nos ensina muita coisa…apatia…apaticos, é como são definidos a maioria dos jovens hoje, de fato. Que meus filhos (qndo eu tiver um dia) sejam rebeldes adolescentes e adultos mais sabios, do que adolescentes apaticos e futuros adultos fragilizados emocionalmente, hunf! \m/ Viva a rebeldia!!! ahahuah

     
     
    Pedro (125): 01/03/2010 às 10:17
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    Concordo com o texto, apesar da citação “SOAD e Chester Bennington” não ter nada a ver, tenho 17 anos e tenho que aguentar aquelas emos putinhas e emos viadinhos com tênis das cores do arco-iris e que não param pra pensar nem numa faculdade pra fazer pois imagino que vao morar com os pais o resto da vida.
    E acho que rebeldia nao foi ali pelos anos 2001 e 2005, acho que a rebeldia adolescente acabou com o Nirvana, Nirvana foi o resto da rebeldia em massa dos adolescentes. Daí em diante só vimos blink-182, Green Day (q no começo prestava) e ai vieram good charlotte, simple plan e as coisas só pioraram com cine e mcfly atualmente. Só tenho a lamentar que hoje em dia poucos são as pessoas da minha idade com quem eu posso falar sobre os defeitos do sistema de merda que vivemos no nosso país, sobre corrupção e coisas do tipo, afinal além dos adolescentes serem alienados, burros e inúteis, a educação no país ensina montes de cálculos mas não ensina qual é o atual Ministro da Fazenda, a história dos partidos políticos, não ensina bosta nenhuma, as músicas atuais não ensinam nada e filmes muito menos, então só tenho a lamentar.
    E pra mim o maior exemplo de rebeldia foram os anos 70, 80, Woodstock, punkrock das antigas quando todos gostavam de Ramones e outras das antigas. Quando em meio a guerra, no Brasil, ditadura militar. Ainda assim as organizações estudantis protestavam por Diretas Já, contra corrupção e infelizmente vemos que essa geração só sabe chorar ouvindo emo no laptop que o papai deu.
    Muito bom o texto, parabéns! Quem sabe um dia algo ou alguém faça com que a juventude volte ao que era, volte a se rebelar, protestar e o mais importante, mudar a história, mudar essa merda toda em que vivemos.

     
     
    Pedro Henrique (126): 01/03/2010 às 10:34
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    Fica cada vez mais difícil ser um adolescente assim, às vezes ate cansa, não sou do tipo hardcore, mas minha opinião é uma coisa sagrada, mesmo não me importando muito às vezes cansa.

     
     
    Mahriana Donati Valle (127): 01/03/2010 às 11:11
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    MUITO Boum!.

    taH faltando muito mesmo!

     
     
    Igor (128): 01/03/2010 às 12:21
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    Porém os adolescentes de antigamente trepavam aos 17 e os de hj aos 12 ja tao trepando, fumando, bebendo e escutando calypso e avioes do forró, as meninas sempre com roupas de puta praticando a felação por aí. Mas realmnte hj só temos EMO. Pqp. Bom texto!

     
     
    Daniel 2 (129): 01/03/2010 às 13:01
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    A passividade adolescente é realmente impressionante. O mundo se desenvolve através da quebra de paradigmas, do questionamento. Aqueles que questionam são os que movem o mundo. Quem fica calado vira massa de manobra, vai levar bala na testa no Iraque. Ah, tem que respeitar papai e mamãe, tem que fazer tudo que eles disserem. Cara, que besteira! Eles são humanos, eles erram e se te amam vão tentar te prender porque sabem que o mundo é foda. Quem não desafia não cresce. Vira um adulto disfuncional ou gado. E gado só serve pra abate. Se alguém tem dúvida veja como os políticos gostam de incentivar esse tipo de comportamento.

     
     
    Pedro (130): 01/03/2010 às 13:03
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    Porra Felipe, que merda de idéia é essa?
    Você precisa ler um pouco de Olavo de Carvalho. Aprenda a ter uma opinião concreta e inteligente sobre um assunto antes de enfiar merda na cabeça dos já desmiolados.
    Rebeldia adolescente? Quem precisa disso? Não é disso que o mundo precisa.
    Pense, meu amigo. Estude, compreenda a história.
    Existe um excelente texto do Olavo de Carvalho que fala exatamente sobre rebeldia adolescente. Agora não lembro o nome, mas se você procurar no site dele vai achar. Aí sim você vai compreender a insanidade dessa sua idéia.

    Ora Pedro, quanta agressividade.

    Eu apenas coloquei pra fora meu pensamento de que, pra mim, a fase rebelde da adolescência é importante para que aconteçam os erros e o amadurecimento. Você discorda, bem como o autor citado, mas vamos manter a compostura.

    Abraço.

     
     
    Caio (131): 01/03/2010 às 13:50
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    a procrastinação impera na geração de Orkut e Msn

     
     
    Caroline (132): 01/03/2010 às 14:25
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    Somos mesmo uma geração mais acomodada, que tem tudo em bandeja de prata. Isso é fato. Mas não foram os revolucionários que nos criaram? cada geração tem seu próprio desafio. Não somos piores nem melhores que qualquer geração que já tenha existido ou que possa vir a existir. Como dizia Salomão “Não há nada de novo sob o sol”. Tenho certeza que as gerações anteriores tiveram pessoas indignadas com a sua identidade. Mas mudar faz parte… e os erros levam aos acertos. Resgatar do passado não vai funcionar… não em dias que correm alucinados, em que a tecnologia nos sufoca. Não sou fã de nada emo, detesto essas novas bandinhas, mas acredito que a minha geração tem voz sim… apenas tente ouvir. Até mesmo essas malditas bandinhas tem algo a dizer: o romantismo está voltando, cansamos de detonar. Queremos de volta paz e amor. Sem gritos, sem guerra.

     
     
    Vinicius Martins (133): 01/03/2010 às 15:06
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    Bom, não faço idéia se minhas opiniões são certas ou erradas, se faço parte desse bolo ou não. O fato, é que eu sempre procurei defender o que acho até o fim, mesmo estando errado, e foi assim que eu aprendi muita coisa da pior maneira possível. E realmente a adolescência atual é passiva, mesmo tentando defender o que eu acho até o fim, existem coisas que eu sinto na pele e que infelizmente me colocam em alguns momentos no grupo desses jovens conformistas… Eu me sinto decepcionado as vezes por causa disso, mas enfim todo dia tento mudar isso. Tenho 16 anos, e com toda certeza sei que a música tem influência no comportamento adolescente, não só a música como outras formas de arte/entretenimento.

     
     
    Sil (134): 01/03/2010 às 18:20
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    relaxa ai felipe, tem gente assim ainda…
    brigo com meus pais todo santo dia, saio por ai fazendo merda UHAHUAHUUH como diz um amigo meu (e como eu vou dizer jajá), adolescência é aquela época da vida que quando vc tiver uns 20 anos vai olhar pra tras e dizer “pqp”

    e quantos as músicas, é inevitável, não tem coisa boa atualmente mesmo… assim,que expresse a rebeldia, como Sex Pistols, The Who etc
    Li uma frase de um cara, não sei aonde, que diz: “O rock agora é como a literatura. Os jovens ouvem Jimi Hendrix como quem lê Flaubert”, e não tiro a razão não …

     
     
    Yuri (135): 01/03/2010 às 20:03
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    Esses adolescentes atuais tão insuportáveis, isso sim.
    Saio do estágio na mesma hora que a manada sai do colégio, não dá pra acreditar no que virou a juventude atual.

    Se era essa a visão que os “adultos” de 20 anos tinham dos adolescentes da minha época, então sinto vergonha.

    Rebolation, Emo, e aqueles cornos que põe som alto no celular?!

    Não acredito que a mesma rádio que tocava Red Hot hoje só toca música de viado.

    E, que droga, não é que eu não aceite a existência de viados, mas parece que agora SÓ TEM VIADO. Teremos gerações futuras?

     
     
    Guilherme (136): 01/03/2010 às 20:18
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    Acho que este texto poderia se resumir a: “Minha adolescência foi melhor que a sua.” Que aliás é um papinho bastante imaturo. Não sei se você já percebeu, mas assim como você acha a atual geração de adolescentes ridícula, a geração imediatamente anterior a você pensava a mesma coisa da sua geração, e assim sucessivamente. Isso acontece desde que o mundo é mundo. A atual geração não é mais idiota e passiva do que a sua foi, acontece que você cresceu, as coisas mudaram e os adolescentes de hoje não gostam das coisas que você gostava e você também não acha graça nas coisas que fazem sucesso entre os adolescentes hoje, mas isso não quer dizer que eles são mais idiotas. Provavelmente se você fosse um adolescente hoje estaria agindo extamente como eles e gostando do que repudia agora.

     
     
    Pedro (137): 01/03/2010 às 21:01
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    Felipe, desculpe-me pela agressividade no comentário anterior. Você sabe que sou seu leitor assíduo, e apesar de muitas vezes discordar do seu ponto de vista, muito admiro sua coragem em expor suas idéias e sua notável busca pelo conhecimento.
    Bom, deixando a melação de cueca de lado, aí vai o artigo do filósofo Olavo de Carvalho ao qual me referi. Não sei se é uma boa idéia copiá-lo aqui, portanto deixo ao seu critério aprovar este comentário ou não, na certeza de que ao menos você o irá ler e refletir a respeito. Caso não queira aprovar o texto inteiro, peço que deixe o link para que os outros leitores tenham acesso ao artigo. Aproveito para sugerir que leia outros artigos do mesmo autor.

    http://www.olavodecarvalho.org/textos/juvenil.htm

    O imbecil juvenil
    Jornal da Tarde, São Paulo, 3 abr. 1998

    Já acreditei em muitas mentiras, mas há uma à qual sempre fui imune: aquela que celebra a juventude como uma época de rebeldia, de independência, de amor à liberdade. Não dei crédito a essa patacoada nem mesmo quando, jovem eu próprio, ela me lisonjeava. Bem ao contrário, desde cedo me impressionaram muito fundo, na conduta de meus companheiros de geração, o espírito de rebanho, o temor do isolamento, a subserviência à voz corrente, a ânsia de sentir-se iguais e aceitos pela maioria cínica e autoritária, a disposição de tudo ceder, de tudo prostituir em troca de uma vaguinha de neófito no grupo dos sujeitos bacanas.
    O jovem, é verdade, rebela-se muitas vezes contra pais e professores, mas é porque sabe que no fundo estão do seu lado e jamais revidarão suas agressões com força total. A luta contra os pais é um teatrinho, um jogo de cartas marcadas no qual um dos contendores luta para vencer e o outro para ajudá-lo a vencer.
    Muito diferente é a situação do jovem ante os da sua geração, que não têm para com ele as complacências do paternalismo. Longe de protegê-lo, essa massa barulhenta e cínica recebe o novato com desprezo e hostilidade que lhe mostram, desde logo, a necessidade de obedecer para não sucumbir. É dos companheiros de geração que ele obtém a primeira experiência de um confronto com o poder, sem a mediação daquela diferença de idade que dá direito a descontos e atenuações. É o reino dos mais fortes, dos mais descarados, que se afirma com toda a sua crueza sobre a fragilidade do recém-chegado, impondo-lhe provações e exigências antes de aceitá-lo como membro da horda. A quantos ritos, a quantos protocolos, a quantas humilhações não se submete o postulante, para escapar à perspectiva aterrorizante da rejeição, do isolamento. Para não ser devolvido, impotente e humilhado, aos braços da mãe, ele tem de ser aprovado num exame que lhe exige menos coragem do que flexibilidade, capacidade de amoldar-se aos caprichos da maioria – a supressão, em suma, da personalidade.
    É verdade que ele se submete a isso com prazer, com ânsia de apaixonado que tudo fará em troca de um sorriso condescendente. A massa de companheiros de geração representa, afinal, o mundo, o mundo grande no qual o adolescente, emergindo do pequeno mundo doméstico, pede ingresso. E o ingresso custa caro. O candidato deve, desde logo, aprender todo um vocabulário de palavras, de gestos, de olhares, todo um código de senhas e símbolos: a mínima falha expõe ao ridículo, e a regra do jogo é em geral implícita, devendo ser adivinhada antes de conhecida, macaqueada antes de adivinhada. O modo de aprendizado é sempre a imitação – literal, servil e sem questionamentos. O ingresso no mundo juvenil dispara a toda velocidade o motor de todos os desvarios humanos: o desejo mimético de que fala René Girard, onde o objeto não atrai por suas qualidades intrínsecas, mas por ser simultaneamente desejado por um outro, que Girard denomina o mediador.
    Não é de espantar que o rito de ingresso no grupo, custando tão alto investimento psicológico, termine por levar o jovem à completa exasperação impedindo-o, simultaneamente, de despejar seu ressentimento de volta sobre o grupo mesmo, objeto de amor que se sonega e por isto tem o dom de transfigurar cada impulso de rancor em novo investimento amoroso. Para onde, então, se voltará o rancor, senão para a direção menos perigosa? A família surge como o bode expiatório providencial de todos os fracassos do jovem no seu rito de passagem. Se ele não logra ser aceito no grupo, a última coisa que lhe há de ocorrer será atribuir a culpa de sua situação à fatuidade e ao cinismo dos que o rejeitam. Numa cruel inversão, a culpa de suas humilhações não será atribuída àqueles que se recusam a aceitá-lo como homem, mas àqueles que o aceitam como criança. A família, que tudo lhe deu, pagará pelas maldades da horda que tudo lhe exige.
    Eis a que se resume a famosa rebeldia do adolescente: amor ao mais forte que o despreza, desprezo pelo mais fraco que o ama.
    Todas as mutações se dão na penumbra, na zona indistinta entre o ser e o não-ser: o jovem, em trânsito entre o que já não é e o que não é ainda, é, por fatalidade, inconsciente de si, de sua situação, das autorias e das culpas de quanto se passa dentro e em torno dele. Seus julgamentos são quase sempre a inversão completa da realidade. Eis o motivo pelo qual a juventude, desde que a covardia dos adultos lhe deu autoridade para mandar e desmandar, esteve sempre na vanguarda de todos os erros e perversidade do século: nazismo, fascismo, comunismo, seitas pseudo-religiosas, consumo de drogas. São sempre os jovens que estão um passo à frente na direção do pior.
    Um mundo que confia seu futuro ao discernimento dos jovens é um mundo velho e cansado, que já não tem futuro algum.

     
     
    kuromo (138): 02/03/2010 às 02:19
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    Os adolescentes hoje ficam cada vez mais reprimidos pelos pais, não é certo de um todo culpar só a eles, mesmo que eu concorde que tenham virado uns inúteis sem opinião na grande maioria, o medo dos pais aumentou. Só gostaria muito de saber o por que desse medo insano de causar a ira dos responsáveis..

     
     
    Sandra (139): 02/03/2010 às 04:47
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    Não são só os adolescentes que precisam aprender a reivindicar, somos todos nós.

    A era de pessoas lutando por ideais comunitários passou e parece que não volta; hoje é raridade. É fácil encontrar alguém cuja única ambição é ter dinheiro, poder e vários trouxas que possa enganar (principalmente para conseguir mais dinheiro). É a era capitalista, a era de sentimentalismos criados, a era da padronização, do preconceito enfim.

    Apesar de tudo, a solução para essa questão começa em casa e se consolida na escola, porém com a falta de tato e modernização de pais e professores e com a disponibilidade e o magnetismo da internet, a “fuga” dessa nova geração é inevitável.

    Estamos proliferando ratos, e não pessoas.

     
     
    Luiz Alves (140): 02/03/2010 às 06:12
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    É a primeira vez que comento um post deste blog.
    Eu sou adolescente e acho que música não define opiniões e o que falta não é a rebeldia mas opiniões adversas.O mundo evoluiu e ultimamente os pais dão muita liberdade aos filhos , logo eles não têm mais aquele sentimento de “revanche” e isso faz com que eles lutem menos por seus ideais.E as gerações que lutavam por alguma coisa não foi a geração da década passada e sim foi os que nasceram até 1970 , depois disso todos ficaram acomodados :D

     
     
    Elumar de Sa (141): 02/03/2010 às 06:27
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    Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores
    Geraldo Vandré
    Composição: Geraldo Vandré

    Caminhando e cantando
    E seguindo a canção
    Somos todos iguais
    Braços dados ou não
    Nas escolas, nas ruas
    Campos, construções
    Caminhando e cantando
    E seguindo a canção…

    Vem, vamos embora
    Que esperar não é saber
    Quem sabe faz a hora
    Não espera acontecer…

    Pelos campos há fome
    Em grandes plantações
    Pelas ruas marchando
    Indecisos cordões
    Ainda fazem da flor
    Seu mais forte refrão
    E acreditam nas flores
    Vencendo o canhão…

    Vem, vamos embora
    Que esperar não é saber
    Quem sabe faz a hora
    Não espera acontecer…

    Há soldados armados
    Amados ou não
    Quase todos perdidos
    De armas na mão
    Nos quartéis lhes ensinam
    Uma antiga lição:
    De morrer pela pátria
    E viver sem razão…

    Vem, vamos embora
    Que esperar não é saber
    Quem sabe faz a hora
    Não espera acontecer…

    Nas escolas, nas ruas
    Campos, construções
    Somos todos soldados
    Armados ou não
    Caminhando e cantando
    E seguindo a canção
    Somos todos iguais
    Braços dados ou não…

    Os amores na mente
    As flores no chão
    A certeza na frente
    A história na mão
    Caminhando e cantando
    E seguindo a canção
    Aprendendo e ensinando
    Uma nova lição…

    Vem, vamos embora
    Que esperar não é saber
    Quem sabe faz a hora
    Não espera acontecer…

     
     
    Pedro (142): 02/03/2010 às 07:27
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    Réplica ao comentário 36:

    Porque você acha o capitalismo uma merda? Provavelmente seus pais têm toda razão. Qual seria a alternativa ao capitalismo? Talvez você nem perceba, mas ao criticar o capitalismo você está fomentando o comunismo. E você tem idéia do que é, verdadeiramente, o comunismo (ou socialismo, ou qualquer outra vertente)? O comunismo nada mais é que um sistema político ilusório, que usa a utopia de um futuro hipotético, onde um mundo melhor é possível, para implantar o que eles chamam de ditadura do proletariado, onde o povo vem em primeiro lugar. Mentira!!! O comunismo é o sistema político que mais assassino da história da humanidade. Mais de 100 milhões de pessoas foram assassinadas em nome dessa utopia mentirosa (incluindo aí URSS, Cuba, China, Coréia do Norte…). Tudo isso só para a implantação do regime, em tempos ditos “de paz”. A Inquisição da Igreja Católica foi brincadeira de criança perto do comunismo. E ainda existem pessoas que admiram assassinos como Che Guevara, Mao Tse Tung, Stalin e toda essa raça de assassinos. Então, meu amigo, você deveria dizer: Viva o capitalismo.

    Peraí, por falta de opção você levanta a bandeira do capitalismo?

    Se você quiser defender o capitalismo tudo bem, mas o faça dignamente. Porque defendê-lo APENAS porque não existe outro modelo melhor na prática, é loucura. Não dessa forma.

    Não sou a favor do socialismo, não sou a favor da anarquia, ou qualquer outro modelo pré-estabelecido hoje. Porém, sou igualmente contra o capitalismo, o modelo que faz milhões de pessoas morrerem DE FOME! Se o comunismo matou muitos diretamente, o capitalismo matou muito mais indiretamente.

     
     
    Pedro (143): 02/03/2010 às 07:41
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    Completando o comentário anterior, grande parte da juventude brasileira que lutou contra a ditadura militar (regime que também condeno), se você não sabe, não o fez porque odiava as ditaduras. O fizeram porque queriam implantar aqui uma outra ditadura. A ditadura do proletariado (comunismo). Incluindo aí Dilma Roussef, Franklin Martins, e toda essa gente que hoje é idolatrada como heróis da democracia. Isso é uma fraude histórica. Eles lutavam para que o Brasil se transformasse em um “Cubão” (com trocadilho e tudo). E continuam lutando por isso, porém por outras vias (leiam a respeito do PNDH 3). Nós, brasileiros, não só os adolescentes, temos que nos rebelar contra isso. Temos que zelar pelo nosso estado democrático de direito. E denunciar o comunismo do mesmo modo que condenamos o nazismo. Uma pessoa que se diz comunista é cúmplice moral de genocídio.
    As mudanças não devem ser feitas através de revoluções. Elas devem ocorrer paulatinamente, pois só assim elas refletirão realmente os anseios da sociedade.
    Grande abraço a todos.

     
     
    Rafael (144): 02/03/2010 às 10:38
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    Ser adolescente era pintar o cabelo de verde, andar de skate, com camiseta do bad religion!

    Hoje em dia é esse lixo aí!

    Brilhante texto!

     
     
    Pedro (145): 02/03/2010 às 10:42
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    Felipe, eu não falei que sou a favor do capitalismo por falta de opção. Só perguntei ao nosso amigo qual seria a alternativa que ele defende. Citei o comunismo só pra ter a oportunidade de falar mal mesmo.
    Na verdade eu defendo o capitalismo abertamente mesmo, e não por falta de opção. Não é nem o capitalismo em si que defendo, e sim o estado democrático de direito, que acaba refletindo uma sociedade capitalista (não estou muito certo quanto a isso, preciso estudar mais). O fato é que se não fosse o capitalismo não estaríamos discutindo estas coisas assim, a quilômetros de distância. Todo o avanço tecnológico se deve ao capitalismo. Não digo que as invenções dependem do capitalismo, mas suas aplicações em larga escala acredito que sim.
    Concordo que isso gera desigualdade, e não faço idéia de como corrigir isso.

    Desculpe, mas eu não concordo com a afirmação de que devemos os avanços tecnológicos ao capitalismo, pois não temos um paralelo a ser traçado. O capitalismo é o que existe, logo é nossa única opção viável, mas não há qualquer indício de que, se o sistema fosse diferente, não estaríamos onde estamos agora.

    Como eu disse, o sistema capitalista é podre. É banhado por corrupção, ganância e sede pelo poder. É o que gera pouquíssimos milionários e milhões e milhões de miseráveis passando fome. Não há como defender um sistema que mata tanta gente diariamente.

     
     
    Bita (146): 02/03/2010 às 10:48
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    O que eu acho engraçado é que todos falam do absurdo da juventude de hoje ser passiva (emo ou não, não faz diferença, estamos falando de algo maior que o estilo musical que o jovem ouve ou a roupa que veste), mas eu dou minha cara a tapa que nem 5% das pessoas que disseram isso fazem algo para mudar! Será que eu (e poucos outros) foram os únicos sinceros? Ou será que essas pessoas realmente se exergam como rebeldes? Caiam na real! Anos 80,70 ou seja lá qual for, já passou! Alguém comentou que “não aguenta mais ver jovens de sapatos coloridos ouvindo musiquinha da moda”… vc acha que os cara pintadas ouviam o q? música da moda oras! da época deles!
    Respeito a opinião de cada um, mas tem comentários que soam muito hipócritas… vamos ser sinceros.. Concorda comigo Felipe?!

    Concordo.

     
     
    Renato (147): 02/03/2010 às 11:04
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    Proocurei, entretanto, não encontrei a assinatura do post.
    Gostaria de direcionar ao dono do texto o meu comentário.

    A partir de uma breve análise história e psicológica humana, pode-se concluir que, não necessariamente uma geração adolescente predece uma revolução. Seria ótimo que também os indivíduos adultos levantassem de suas cadeiras em escritórios e agissem de forma coerente a uma revolução, indo também contra o sistema. Na história antiga, nota-se com facilidade que as revoluções não eram lideradas por adolescentes e que, sem a liderança de capacitados líderes, rapidamente tais revoluções seriam abafadas.
    Esperar por ações alheis e culpar a quem não age, é o mesmo que não jogar na mega sena e esperar ganhar…

    Abraços!

     
     
    Foguinho (148): 02/03/2010 às 11:46
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    Seguinte, tambem tenho 22 anos e tambem acredito na apatia da sociedade.
    Nao simplesmente da juventude mas de todo mundo.
    Nao adianta querer ver a `estudantada` na rua pedindo justica se nao existe um inimigo declarado. A juventude que viveu a ditadura militar sabia muito bem que eram os militares seus inimigos, bem como a juventude dos anos 60 sabiam que o inimigo eram os pais conservadores e a juventude dos anos 90 lutavam contra o preconceito descarado quanto a opcao sexual e outras coisas.
    Hoje a juventude vai se revoltar contra quem?
    A grande maioria dos pais eh bem liberal, o governo esconde tudo com uma maestria adquirida com anos de pratica, a universidade publica esta mascarando seu sucateamente em inumeras unidades.
    Ninguem se interessa em pesquisar por que a trasposicao do rio Sao Francisco ta acontecendo mesmo com o rio assoreado, poucos sabem que a universidade publica esta em vias de se extinguir(interesse da segunda maior bancada do congresso), a musica brasileira esta com poucos representantes decentes e esses nao conseguem vencer um Rebolation no gosto popular.
    O que mais me incomoda eh que antes a informacao ficava escondida e a galera corria atras de saber os porques de decisoes nacionais e mundiais, hoje a internet proporciona tudo com um click e ninguem sabe o que se passa.
    O bbb eh mais popular do que o desmatamento da amazonia.
    A gente precisa acordar, incomodar e ser incomodado, so o desconforto gera movimento. O movimento seja qual for eh valido.
    Precisamos urgentemente voltar a questionar.
    []`s

     
     
    Fátima (149): 02/03/2010 às 15:16
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    Felipe querido vc já ouviu “Rebelde sem causa” do Ultraje á rigor?
    é muita divertida,lembrei da música qaundo começei á ler esse post,ah e adorei “…roupas esquiseitas e cabelos lambidos” rsrs

     
     
    Pedro (150): 02/03/2010 às 15:38
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    Corrupção e sede por poder é uma característica do ser humano, e sempre existirá, independente do sistema político. E eu quis dizer que a aplicação em larga escala de grande parte da tecnologia atual só é viável devido ao capitalismo, mas também não estou certo disso. =)

    Abraço.

    PS.: Você leu o artigo que recomendei (O Imbecil Juvenil) do Olavo de Carvalho? O que achou?

    Desculpe Pedro, mas sua afirmação está FATIDICAMENTE equivocada. “Corrupção e sede por poder é uma característica do ser humano, e sempre existirá” – Não há qualquer informação genética no DNA humano que tenda à corrupção ou sede pelo poder. Isso é influência do meio, não de “característica humana”. Se é uma função do meio, eu posso acreditar que um dia irá mudar.

    Ainda não li o artigo, mas lerei.

     
     
    Guidje (151): 02/03/2010 às 15:48
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    buenas… a rebeldia adolescente talvez esteja nos assassinatos gratuitos, na gravidez prematura, no uso e tráfico d drogas…

    bem como a música e suas respectivas influências mudaram por causa da acessibilidade da informação e variação muito maior de áreas d interesse (sim, pq se não houvesse uma “massificação restritiva” na era punk, metal, grunge e blablabla, não existiria movimento algum) as cabeças recalcadas dos adolescentes rebeldes tbm mudaram… mas as consequências são mais graves do q a suspensão escolar ou uma surra de cinta…

    o texto tah bem escrito (aliás, gosto do jeito como tu escreve!!)… mas acho q dessa vez a análise pode ter sido um pouco superficial, pq talvez a rebeldia da geração atual seja ficar mais na sua, tentando não acabar com a sua vida e a dos outros… isso não deixa d ser rebeldia tbm, mesmo q um pouco velada (há diversas maneiras d mudar o mundo, não só na porrada)…

    pra todos os efeitos, tenho 25 anos, não estou defendendo essa geração e concordo q emo é uma bosta e, particularmente, não conheço mcfly (e dps dessas críticas, sequer vou conhecer… hehehehe), mas acredito q a rebeldia sempre foi mais ideológica do q ativa… dessa maneira, o q impede um emo q curte pintar o cabelo d rosa e q na maior parte do tempo não confronta seus pais, d fazer passeatas em prol da causa animal, ou erguer discussões sobre sistemas d cotas em faculdades públicas, ou chegar as vias d fato qdo for necessário??

    um abraço!!

     
     
    Vinicius Henrique Bauer (152): 02/03/2010 às 16:17
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    Velho, faz um tempo que eu não penso em nada pra comentar no blog, apesar de acompanhar com atenção. Dessa vez vou ter que fazer um esforço:

    Falar é fácil, mas eu não consigo entender aonde esse sentimento de rebeldia vai parar quando alguém cresce. Pelo menos uma vez por semana eu escuto algo do tipo “lá fora, no mundo real, as coisas não são assim” ou “se você fizer isso no seu futuro emprego, vai pro olho da rua”. Com comentários desse tipo sendo disparados a todo instante, não me impressiona nadinha o fato de os adolescentes de hoje estarem bem mais “quietos”, com medo das consequências que essa tal de rebeldia pode trazer. Com 17 anos, eu sou do tipo que escuta rock ‘n roll, fala alto e não aceita as injustiças ao meu redor, mais do que isso: eu procuro ir contra o sistema (como dito no texto, mesmo não sabendo muito bem o que é esse tal de sistema). Pensar e agir diferente fazem parte do meu dia a dia.

    Depois dessa, vou prometer pra mim mesmo nunca deixar de ver o mundo com os olhos de um adolescente, mesmo depois de aposentado.

     
     
    kazeh (153): 03/03/2010 às 00:13
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    - Não falei do livro (que 30% de quem aaama o filme leu) to falando do que doutrina.. filme crepusculo (coisa medonha)..

    mas ja que vc tocou no assunto de ofensivo.. ofensivo pra mim é um vampiro que não tem presas, anda de dia e brilha no sol.. livro sendo bom ou ruim.. arruinou a imagem dos vampiros..

    Leia o que eu escrevi sobre Crepúsculo:

    http://controleremoto.tv/blog/2009/12/crepusculo-mais-que-apenas-uma-saga/

     
     
    Gisele (154): 03/03/2010 às 05:23
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    Laranja Mecanica!

    É dificil discutir isso, eu intendi perfeitamente o seu ponto de vista.
    Mas mesmo assim, não desejo rebeldia dos adolescentes.

     
     
    Luciana (155): 03/03/2010 às 05:40
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    Nao somos aquilo que ouvimos.
    E fazer besteira nao é passagem obrigatoria na adolescencia. E nem sempre isso tem mesmo algo de positivo.
    Nao é necessario ser rebelde, ao menos, nao um rebelde sem causa. Eh necessario agir, lutar pelo que se acredita, correr atras. Isso sim talvez falte nos adolescentes de hoje: açao (e nao o fazer por fazer).

     
     
    Ortega (156): 03/03/2010 às 06:37
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    Certo, eu sempre li o CR e é a primeira vez que encontro um artigo extremista e radical que discordo.

    Ok, a geração “sangue no zói” está morrendo porque fez-se desnecessária. Ora, tenho 19 anos, e sei que hoje somos criados pela geração que ao som de “Que país é esse” quebrava tudo e tentava colocar ordem na porra toda.

    Convenhamos, falharam miseravelmente. Um Impeachment e já se considera que fizeram maravilhas.

    Antes ouviam System of a Down, hoje ouvem NX Zero. E antes, o que se ouvia? A rebeldia talvez seja necessária ao amadurecimento, mas tem várias formas de ser rebelde sem ter que gritar palavrões no meio da rua, ou recorrer as “más influências” que você cita.

    Olhar para trás e dar gargalhadas? Talvez você ou alguém que você conheça tenha rido bastante, mas nem todo mundo saiu dessa impune. Adolescente são maleáveis, e sempre foram. Porém antigamente eram persuadidos a gritar, assim como hoje são de manterem-se quietos e passivos.

    Quando tiver um filho na adolescência, creio que vai pensar diferente.

    E quer ser rebelde? Compre uma boina e uma gravata vermelha… eheh

    Um abraço, ótimo blog.

     
     
    Fraulen (157): 03/03/2010 às 09:58
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    Acredito que os estilos musicais passam por ciclos (aliás, este é o tema de meu último post). Estilos mais agressivos, músicas mais melódicas, estilos agressivos novamente. E não acredito que possamos taxar estilos mais agressivos como superiores aos melódicos. São apenas diferentes.
    É uma nova fase, em que há menor interesse pela política e mais por questões emocionais. Isso é ruim? Ruim, sim, para as questões políticas (pouco questionamento, enfraquecimento do movimento estudantil). Bom para os relacionamentos (melhor relacionamento entre pais e filhos, relações familiares mais saudáveis). Afinal, nada é absoluto e td tem suas vantagens.
    Só me recuso a acreditar que, pelo fato de a política não ser tema de interesse, os jovens tem se tornado mais “vazios”, burros, até. Acredito que a preocupação com o futuro profissional seja tema de interesse para uma parte cada vez maior deles. O que garante estudo, leitura, embora esta seja feita de forma bastante específica (e obrigatória na maioria das vezes).

     
     
    felipe (158): 03/03/2010 às 19:01
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    a culpa é dos nossos pais, porque eles não deixam nós fazermos as coisas que eles faziam , kerem que sejamos só bonzinhos, num da nem pra andar a pe pela rua as 2 da madruga mais , fode-se se eu for assaltado caralho, mas oq adianta, se falar isso aí eu me ferro ate morrer…. pelo menos meu pai é assim, nao quer que eu cometa os ‘erros’ que ele cometeu, entao como ele quer q eu aprenda?

     
     
    Denise (159): 03/03/2010 às 20:21
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    Faltam 10 dias para fazer seis meses que não vejo o CR, e acredite informação de qualidade com opinião inteligente faz falta!

    Mas dobre o post, como de costume, eu concordei com tudo. Dos anos 80 pra cá só vem diminuindo a rebeldia adolescente. E eu, adolescente confesso: a minha geração é uma merda. E não só a adolescência, mas a juventude também. É só comparar os caras-pintadas com movimento ridículo e inútil do #forasarney que mal saiu do twitter e o Sarney continua lá, o povo se esqueceu.
    Não sou rebelde, tenho vontade de ser, um dia quem sabe. Mas tenho a sorte de ter bom gosto enquanto as pessoas da minha sala ouvem funk (quem ouve McFly é roqueiro no meu colégio, eca)
    e falando de música, hoje mesmo eu comentei com uma amiga minha que o primeiro VMB que eu vi quem ganhou Artista Internacional foi SOAD e ano passado foi a britney spears! Haja decadência! E isso me preocupa, porque só tende a piorar. Agora eu me pergunto: pior que banda cine existe? Nem quero imaginar

    Abraço.

     
     
    Marcelo (160): 04/03/2010 às 12:05
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    Opa acho que cheguei tarde pra comentar e nem vai ter resposta…

    Acho que isso dos adolescentes serem omissos (me incluo pois so tenho 18) se deve muito as facilidades de hoje em dia, acho que em outros tempos os governos fechados eram mais interessantes de se protestar do que simple corrupção, acho que hoje os focos para algum protesto estão mais ligados ao meio ambiente, e nesse quesito ainda acho que a musica pode influenciar bastante, tipo não sei se conheçe a banda 30 seconds to mars, ta bom os emos adoram mas essa banda hoje pra mim é a que tem mais chances de botar algo na cabeça dos mais novos, pois mesmo tendo o ritmo meio emo, suas letras são muito boas, acho que ela é a unica que ta unindo os dois meios hoje.

     
     
    Karoline (161): 04/03/2010 às 12:27
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    Aee, a verdade é que agora nós temos informações demais, crescemos com isso, e por isso não aprendemos à dar ênfase nas informações mais importantes. Vou fazer 16 anos e sei pouquíssimo sobre política! Agora, fica foda aprender isso assistindo Globo, lendo Veja e Folha. Quando se senta em frente ao pc eu vou em alguns sites e blogs, como o do Nassif, e pqp! eu não sei do que/de quem estão falando!
    Estamos acomodados porque na verdade, tudo o que a gente espera é que passamos no vestibular da USP pra começar a saber das coisas e contribuir de alguma forma. Não tem mais vez pra quem é politicamente consciente, revolucionário, rebelde e não faz sabe o que tá falando. A mídia mente e não sabemos em quem acreditar. Eu prefiro fazer alguma diferença quando souber do que tô falando do que mandar todo mundo se foder e falar que sou uma injustiçada! Primeira vez que leio o seu blog, gostei.
    OBS: sou uma garota de 15 anos, não ouço cine e não acho que a sociedade que corrompe o homem. O homem que não tem capacidade de se manter “inteiro” que se corrompe. Por a culpa na sociedade é dividi-la e prefiro pensar que se me corrompo, a culpa é minha.

     
     
    Ian (162): 04/03/2010 às 15:46
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    Começar um texto com SOAD já garante uma boa leitura, rs
    Muito bom, concordo em alguns aspectos e discordo de outros, mas isso não vem ao caso.

     
     
    Café da tarde - Semana de 05 de março de 2010 | Vivendocidade (163): 05/03/2010 às 08:31
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    [...] O que fizeram com a rebeldia adolescente? [artigo] [...]

     
     
    Vinicius (164): 05/03/2010 às 12:08
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    Concordo com o seu texto Felipe. Tenho 21 anos e a nossa adolescência coincide.
    E tenho exemplos de amigos (amigAs na vdd) q simplesmente aceitam um “não” irracional, por mais absurdo q seja esse “não”, elas aceitam u_u. Até hj em dia vejo adolescentes assim. Eu agradeço a internet por me fazer abrir a cabeça e conhecer coisas da qual me orgulho hj em dia (como curtir Metal e ser Ateu), pois se ñ, certamente seria mais adolescente q só sabe abaixar a cabeça pros pais -.-”. Essa “Geração Emo” é o fim dos tempos. Um bando de mlk q só sabe chorar por coisas nornalmente fúteis e ñ sabem conversar/discutir o seu próprio ponto de vista (msm pq o infeliz ñ tem ¬¬)

    Parabéns pelo blog. Já tinha ouvido falar dele, mas nunca cheguei a entrar. Abs e continue com esses textos.

     
     
    Najla (165): 05/03/2010 às 13:49
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    Felipe, eu me pergunto que merda de adolescentes você conhece?! Eu entendi muito bem o que você quis dizer com o seu texto mas não consigo imaginar esses tal de adolescentes que abaixam a cabeça pra tudo. Eu tenho 17 anos e aqui em casa eu vivo em guerra com meus pais: “Porque diabos eu tenho que acreditar em um conto de fadas onde existe alguem que manda em todo mundo?” (e muitas outras discussões sobre religião). Minha mãe ja quis me expulsar de casa por causa dessas discussões? Outra também: “Bando de hipocrisia! Enquanto você esgravidou quando tinha 19 anos de um cara que teus pais mal conheciam eu não posso nem ficar sozinha com o meu namorado” e coisas assim.
    Eu e meus amigos passamos a maioria do tempo na internet, escutando musica, “musica ruim” de acordo com você, mas quando tem injustiça na sala de aula e coisas assim, a gente vai atras dos nossos direitos, fazemos “protestos” contra leis que fodem com os estudantes (moro na França e o Sarkozy fode com todo mundo), ou seja, nos somos “escravos da tecnologia” (não consigo ficar sem acessar o Facebook e sites e blogs que gosto nem por um dia, enlouqueço sem internet), gostamos de bandas “emo” como My Chemical Romance, Simple Plan, etc, de Lady Gaga (e ao mesmo tempo SOAD, Slipknot, LP, Pink Floyd, Jimmy Hendrix, Beatles), mas mesmo assim somos “rebeldes”. Rebelde mas escutando Lady Gaga no meu iPod.
    E quem disse que o “movimento” emo não é um grito de rebeldia? Agora pode ser que seja so moda mesmo, mas quem sabe os primeiro emos so não queriam se rebeldiar contra os costumes “normais”? Ter um corte de cabelo diferente e se vestir de outro jeito? Não sou emo e sei que, pelo menos agora, é so modinha, mas quem sabe os primeiros so não queria passar uma mensagem?
    Do jeito que você colocou as coisas, parece que tem a minoria boa e a maioria ruim, como se não fosse possivel um meio termo entre os dois, mas é possivel gostar do que é “comercial” e ser “insuportavel” ao mesmo tempo. Mas bom, eu não diria que sou insuportavel, so tenho minha opiniões.

    Adoro teus textos e queria escrever tão bem quanto você, pra quem sabe um dia ter a minha tão sonhada carreira de jornalista.

    Abraço!

     
     
    hegle (166): 05/03/2010 às 20:15
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    concordo com td e sou sim rebelde de acordo com a minha familia
    mas eu gosto de mcfly, gosto de SOAD, gosto de KISS gosto de AC/DC musica nao define rebeldia

     
     
    MadSephiroth (167): 05/03/2010 às 22:12
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    sabe meu amigo…textos compridos dão muita margem a conflitos desnecessários que não passam de Trollagem (ótimo termo) da internet.
    se vc escrevesse “emo fede!” pronto, todo mundo compreendeu a mensagem e vai concordar (exceto aqueles que vão dzer que emo passa perfume e etc…)
    pra finalizar o comentario: foi bom ler seu diário! =D

     
     
    videoblogdofrancis (168): 06/03/2010 às 10:37
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    concordo totalmente. Venho pensando em postar um troço parecido há tempos, nem precisei!

    Eu chamo isso de “geração nick hornby”, o rock pós-moderno sem rebeldia, sem revolta é só mais um artefato da mídia de um mundo de consumo aonde nem quem deveria estar sonhando em mudar o mundo acredita que pode mudar qualquer coisa. Como vimos pelos comentários de um monte de gente aqui, se revoltar é pejorativo, todo mundo finge que é adulto, tenta parecer o mais intelectual possível e se descaracteriza nessa eterna busca por aceitação.

    O rock já foi uma coisa que tirava os nerds do fundo da sala e os transformava em rebeldes, em reacionários. Não que eles fossem de fato mudar alguma coisa, mas era uma forma de dizer pro mundo “eu não aceito as suas regras, vou criar as minhas próprias”.

    O protagonista de “alta fidelidade” do hornby é um retrato do oposto a isso. “Eu sou só um cara que entende de música e discos.” É o loser pride que embora tenha alguns aspectos positivos peca nessa idéia da não rebeldia numa fase da vida que marca a delimitação da personalidade própria versus a do universo dos pais, um movimento de rebeldia e de emancipação por natureza.

    O mundo de hoje não comporta isso e a mídia ensinou pra nova adolescência qeu se revoltar é ridículo e todo mundo engoliu.

    O desemprego, a decadência da antiga classe média, o aumento da concorrência em vestibulares e concursos públicos, na minha opinião, são alguns fatores que influenciaram esse panorama. A revolta acabou, nós perdemos e achamos bonito perder.

     
     
    Marcos Carvalho (169): 08/03/2010 às 09:50
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    Gostei muito do texto, da atitude e das ideias. Lendo outras postagens suas percebi que temos uma linha de pensamento bem próxima em vários aspectos. Também possuo um blog, bem menor, onde frequentemente exprimo alguns pensamentos ou textos que me marcaram. Postei esse texto lá, na íntegra, com os devidos créditos, para ilustrar algo que escrevi sobre o assunto também. Espero que não tenha problema, e aproveitando, o convido a visitar meu blog também. Parabéns pelos textos, sucesso e não continue em frente!

     
     
    Lucas (170): 08/03/2010 às 15:32
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    Ooou cada um com suas merdas…Eu faço 17 amanhã e faço merda todo dia…sem ter que chingar a mãe de ninguém nem mandar a minha se fuder!

    O que você chama de rebeldia necessária, eu chamo de falta de educação e ausência de bom senso!

     
     
    Artur (171): 08/03/2010 às 23:24
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    Eu não sou 1/3 do que meu pai foi…FATO

     
     
    Bruno Akimoto (172): 09/03/2010 às 03:48
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    Muito bom o texto… excelente observação. As coisas vão mudando e não nos damos conta. Quando paramos para analizar vemos como realmente estão, mas enfim, realmente essa nova geração de jovens está… hum, digamos “diferente”. Mas pra tudo há uma fase. Se observar como era antes para o que virou hoje, nota-se grande diferença, porém não devemos julgar como será no futuro… aliás, que medo do futuro! Será que ainda teremos jovens bobões usando gírias de internetem seus diálogos reais? “fato, ficadica, comofaz etc”?

    Abraços
    =]

     
     
    Paulo 'Shiroh' Candido (173): 09/03/2010 às 12:58
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    Minha turma de amigos era, em sua maioria, assim. Hoje, adultos chatos e insólitos, a gente se encontra para tomar uma cerveja de vez em quando e o papo que rola é exatamente esse. Como o mundo mudou de uma hora para outra?
    Não vejo muita salvação, pois cada vez mais a Rede Bobo e os demais veículos manipuladores do país ganham espaço imprimindo suas culturas de massa e lavando os cérebros dos jovens que, com a vaga educação pública, sequer sabem raciocinar direito uma letra de canção, menos aina ter vontade de traduzir aquele som ‘nervoso’ que está em outra língua para saber o que canta…
    É triste, mas a maioria na nação jovem brasileira está seguindo a cartilha do domínio imperialista da mídia… Ainda bem que uns e outros ainda se salvam e levam para a frente a revolta que ainda hoje brilha – pouco, mas brilha ainda – em meus olhos.

     
     
    Mari (174): 09/03/2010 às 20:10
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    Não é só o adolescente. É o ser humano geral, se alienando cada vez mais as acomodações. Cade a luta por algo melhor ? Só vejo egoismo em todos os cantos. Tenho 14 anos, e sei que posso ter uma opinião errada sobre muitas coisas, mas não sou que nem eles.

     
     
    Gabriel (175): 10/03/2010 às 10:56
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    Um dos meus textos favoritos aqui no CR. Muito bom, Felipe!

    “O que já gerou movimentos como o Punk, hoje gera apenas movimentos como o Emo. O que antes eram berros e discussões pessoais, hoje transformou-se em papinhos de Messenger. O comodismo impera.”

    Genial!!

    Ah, e a imagem que ilustra o post também é sensacional! Laranja Mecânica é um clássico do cinema mundial e retrata (muito bem, aliás) a rebeldia adolescente.

    Abraços.

     
     
    M!sunderstood (176): 11/03/2010 às 11:51
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    kralho kra, q texto maravilhoso, concordo completamente com, sabe, hoje em dia a gente sai na rua e só vê akelas carinhas tristes e com cara de choro, akelas franjas caídas pro lado tipo “depressão é legal, é descolado!”, porra, cade akela atitude maldita de se revoltar contra tudo e todos, kde akelas pessoas que ouviam sex pistols, slipknot?, agora é só nx0, mcfly, ah pelo amor de deus, eu tenho 17 anos e acho que eu sou a única adolescente que não aderiu a essa moda emo…TRAGAM OS PUNKS DE VOLTA!

     
     
    Debora (177): 11/03/2010 às 15:40
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    Pra mim, que sou adolescente, acho que o problema é a grande quantidade de informação,e o mundo. Antes era fácil saber o que é certo e errado, por exemplo na 2ª guerra mundial todos sabiam por quem torcer e aqueles que não o faziam era por falta de informação. Hoje você tem todos os dados, mas a maioria é distorcida, eu pelo menos não conheço uma fonte confiável. A mídia faz o que quer e planta o que quiser,além de se contradizer o tempo todo, a quantidade de pessoas que são acusadas de calúnia, e outras acusadas injustamente, me faz acreditar que nenhum fonte é confiável, e até entender essa bagunça não tenho certeza de nada, mudo de opinião constantemente e por isso não tenho quase nado pelo que lutar.

     
     
    Heitor (178): 11/03/2010 às 16:42
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    Caro,

    Eu ainda ouço System of a Down e Linkin Park – e não ouço McFly, Jonas Brothers e variações -, mas graças a Deus nós vivemos numa sociedade onde não é mais preciso lutar por ideais, que hoje seriam anacrônicos; o adolescente mudou porque a sociedade mudou.

    Sem contar que a esmagadora maioria do adolescente pré-vestibulando, quando não escuta “Rebolation”, se contenta com sertanejo universitário.

    Mas você há de convir que um adolescente, antes de pôr uma ideia na cabeça, é a criatura mais suscetível, mais controlável que existe; um disse para o outro que ouviu o fulano comentar com beltrano que “rebolation é bom, bom, rebolation é bom bom bom”… o que acontece uma semana depois? Todo mundo entra na modinha.

    Vale lembrar que o respeito é condição inalienável da relação pais-filhos. São poucas e graves as os motivos plausíveis que podem levar um jovem a não tratar seus pais com um mínimo de continência, de moderação.

    Fui testemunha de um piquete mais do que absurdo promovido por alguns rebeldes da minha classe. Adolescente não admite estar errado. A professora – vítima do “levante” – saiu de sala chorando pra cacete. Sem razão. Provocação por provocação.

    Ora, o jovem não pode ser criado para ser do contra, para nadar contra a corrente; se for necessário batalhar, eu mesmo incentivarei, mas fúria inata é inconcebível.

    É uma questão de análises; cabe ao adolescente fazê-las.

    Em tempo: parabéns pelos textos do blog, são excelentes.

    Heitor Baltazar
    16 anos

     
     
    mandy (179): 13/03/2010 às 10:53
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    tenho 13 anos, curto metallica e sou atéia (: em quanto a maioria da minha idade curte jonas brothers –’

     
     
    mateus (180): 14/03/2010 às 17:10
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    o pão de sal é sempre mais gostoso na sua época( “sua” não referindo exatamente a você)

    pff, todo mundo fala isso

    como se essa tal de rebeldia adolecente tivece feio alguma coisa na real não importa a época

    caras pindadas por exemplo, um bando de muleque faltando aula ,collor so saiu de la por que não quiria dividir a pilhagem bunitinho.

     
     
    Luis (181): 15/03/2010 às 16:06
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    Se foi a minha época tbm, nem cheguei a protestar pela revolução nem nada…
    uhsahuashusahas
    mais dei muiiita dor de cabeça pros meus pais, professorers e o escambal
    ushauhasuhsaahuhsauhuashuhsa
    é isso aí cada geração com seus costumes mais q o tal do emo encheu o saco ja…isso sim!

     
     
    Ramon (182): 16/03/2010 às 12:05
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    Ponto 3: O que seria uma geracao perdida? seria uma geraçao de vagabundos Ripies que nao querem trabalhar? Ou seria uma geraçao de trabalhadores alienados que so consomen e vivem uma vida “mais ou menos” sobre hipnose? Para mim a geração estará perdida a partir do momento que nao houver questionamentos sobre o que os lideres da gente fazem, sobre para onde vai o nossos impostos, sobre o que é certo a agente ouvir nos radios, televisoes e tv. Mas vou afirma com toda a certeza. Essa geração nao irá existir pois o filho de todos que escreveram ai em cima, todos esses que comentaram, tb serão questionadores. Tb buscarão a verdade Custe o Que Custar. A palvra jovem rebelde foi implantada na sociedade para dizer,”jovens questionadores”. Viu? até vcs sabios escritores usam termo alienados para escrever. Alienacao existe a seculos. Todas as geracoes tiveram e vao ter a sua maior parte composta por alienados. Vcs, eu, nao poderemos fazer nada para mudar isso. Nao manipulamos as emissoras de tv, nem as grandes midias da internet. O que podemos fazer e apenas mostra o caminho para todos que nos cercam, eles é que devem buscar as verdade por si mesmo.
    PS: Musica favorita, o salto, rappa

     
     
    Gabriel (183): 19/03/2010 às 16:16
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    Fala Felipe, blz?
    Concordo com quem disse q a juventude mudou pq o mundo mudou.
    Sou estudante da Universidade Federal de Uberlândia e, na sexta-feira(12), um movimento se constituiu e no final das contas, a galera invadiu a reitoria da universidade.
    O q foi noticiado na mídia(local, nacional e internacional)?
    “Estudantes protestam contra a proibição de festas e venda de bebidas alcoolicas nos campi da UFU.”

    E o q aconteceu de verdade?
    O reitor vem adotando posturas unilaterais, sem consultar aqueles q sao os maiores influenciados pelas decisoes. Terceirizou o serviço do R.U. DURANTE AS FÉRIAS, abriu cursos sem ter infra-estrutura suficiente(digo SALAS DE AULA), novos cursos e cursos já consolidados estão sofrendo com a carência de PROFESSORES, faltam TÉCNICOS nos laboratórios e pra completar a festa, o sr. Reitor passou a chamar um dos campi de RONDON PACHECO, colocou um busto do COSTA E SILVA em frente a reitoria(esses nomes te lembram o AI-5??).
    A questão do alcool e das festas é só a ponta do iceberg. Os estudantes invadiram a reitoria pra se darem voz, já q o reitor vem tomando medidas extremamente arbitrárias.
    E CONSEGUIMOS. Ontem(quinta-feira, 18) houve uma assembléia de estudantes pra tratar da repercussão na mídia da ultima manifestação e assuntos q serão tratados na ASSEMBLEIA UNIVERSITARIA(q reunirá alunos, técnicos e corpo docente) e que posteriormente(dia 30) serão levados ao reitor.

    Respeito sua opinião, mas não sei de qual juventude vc falou. Se possível, não me inclua nela!

     
     
    silascou (184): 15/04/2010 às 21:39
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    Linkin Park não é rebelde.
    Nem o punk.
    Nem ser ateu.
    É ser rebelde sem causa.

     
     
    Juventude Transviada | O Crepúsculo (185): 17/04/2010 às 22:40
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    [...] – ***UPDATE*** – O leitor “Eu”, indicou esse post do Controle Remoto em que o Felipe Neto fala basicamente o mesmo que eu. bb_keywords = [...]

     
     
    SammEater (186): 20/04/2010 às 17:38
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    [2]no Ramon

    Tenho 19 anos, mas não sou alienado e quando vejo alguns amigos meus que não se importam com o mundo a sua volta só com showzinhos de bandas emo/o novo filme da saga Crepusculo eu fico com muita raiva.

    Cadê o povo reclamando da politica? Eles nem deve saber em quem votam, digitam qualquer numero no random e acham que fizeram ” a sua parte para ajudar o Brasil”. ¬¬”

     
     
    sarah (187): 03/08/2010 às 16:19
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    aee System ??
    reconheci a letra da mpusica
    Toxicit ?? :D

     
     
    Manoella Garcia (188): 05/08/2010 às 01:29
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    é, estão cada vez mais acomodados, aceitando condições e regras sem sequer questionar o pq. Isso acontece porq é mais fácil. Tudo o que exigir menos esforço
    e luta é mais aceitável hoje, é uma geração de marionetes, massinhas de modelar.

    ps: Um dos melhores filmes que já vi do grande mestre Stanley Kubrick é
    Laranja Mecânica. E System of a Down é hino.
    beijos, manu.

     

 

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