Coluna semanal de Marcel Albuquerque
A vida é uma grande despedida, adiável mas sem remédio; fato intrÃnseco à existência: o inÃcio de algo é sempre o começo do fim. Por isso, quanto mais se vive, mais se morre. Deste grilhão, não há fuga eficaz, mas todos correm atrás: viver a mil por hora, cinqüenta anos em cinco. Mas o problema não está em como se morre, e sim no jeito que se vive. O “adeus†só é penoso quando deixa algo para trás.
Nesta crônica, coluna ou qualquercoisameexpresse, o personagem é narrador e tem nome. Em boa parte dos últimos sábados, vocês têm lido e, agora, esse cara precisa ser explÃcito, sem máscara, sem possibilidades. Resta-lhe o real. O nome dele é Marcel – para vocês Marcel Albuquerque. Vulgo “euâ€, para mim mesmo. Escrevo assim, sobre minha vida tão escancaradamente, porque é um assunto que transborda minhas sinapses nervosas, conversas e sonhos. Portanto, sinto a necessidade de compartilhar.
Minha vida, em especial, foi marcada por lágrimas em desencontros. Morei em quatro cidades até parar onde moro hoje, São Gonçalo, aqui no Rio de Janeiro – e você deve ter pensado aà “Mora maaal pois é! Acontece que cada vez q’eu mudava de residência havia um aborto do passado. Meus pais, por não serem capazes de lidar com forças contrárias à s suas vontades, por administrarem muito mal as finanças domésticas, sempre arruinavam meus cÃrculos sociais. Por isso, me acostumei a viver na iminência de cessar meus relacionamentos; Por conseguinte, acabei desenvolvendo uma caracterÃstica peculiar e de destaque: não esqueço de quase nada, por dividir os fatos em locais que passei, colégios que estudei e, acima disso, por agregar valor demais a cada uma das minhas ações e pessoas que convivi. Conseqüência irrefutável: me preocupo demais com os resultados – o que me tornou calculista, mas não menos afetuoso. DaÃ, nenhuma das minhas ex-namoradas deixou de ouvir um “Eu te amoâ€, porque eu sempre pensei que, sabe-se lá, no dia seguinte eu poderia desamar – ou pior, poderia morrer…afinal, nunca se sabe.
Sobre amores, aprendi uma coisa em particular – resposta q’eu daria no Orkut, se fizesse sentido preencher aqueles campos todos: amor nenhum acaba. Você muda a forma de administrar, você guarda em outro canto do peito – à s vezes, escondido. Mas ele fica lá. É como se o coração fosse um papel que ganhasse assinaturas ao longo da vida; Umas, recentes, ainda mancham. Outras, muito fortes, afundam o papel. Como se vê, independente da fôrma, do tamanho e se é escrita por linhas tortas, permanece lá. Trata-se d’uma oposição – um adendo, talvez – a uma alegoria famosÃssima de Heráclito. Diz ele que um homem jamais entra no mesmo rio duas vezes, visto que nem o homem nem o rio permanecem iguais, pois existe um constante e ininterrupto processo de mudança. De forma alguma afirmo que estamos prontos e sequer indico que cada indivÃduo tem uma essência, pois somos efeitos das interações que nos envolvemos, mas algo é fato: algumas coisas são carregadas conosco e não há nada que possa tirá-las d’a gente.

Há coisas que supomos saber, mas só sabemos de verdade quando experimentamos. Esse ano, não sei se lembram, fui à ParaÃba. Viagem da faculdade, fomos de ônibus daqui até lá. Sempre soube da desigualdade no nosso paÃs, sempre percebi a concentração de renda, mas não lembro de algo tão grotesco quanto saber que pessoas moram na rua e existirem tantos latifúndios – a maioria, sem produção. Algumas horas atrás, fiz minha provável última avaliação formal de Matemática na vida. Não que eu seja lá apegado a ela, mas o sentimento de morrer é inquietante.
Muito pior que isso, foi constatar a falta que uma pessoa faz, quando não há mais forma de revê-la. Nessa semana que passou, dia dezoito, completou um ano que meu pai morreu. Coincidência infeliz, aquele que não era meu pai biológico e q’eu chamava, mais do que de “pai de criaçãoâ€, pai de coração – pois “pai†não é aquele que faz, nem o que cria, mas aquele que identificamos como tal – morreu de infarto. É verdade que já não nos dávamos tão bem quanto quando eu era criança, pois era muito mais fácil. Eu era praticamente um boneco loiro agarrado no pescoço dele. Mas, por um confronto que me entristece, seu conservadorismo na polÃtica, na religião e no pensamento social em geral foi criando barreiras na nossa relação. O que nunca implicou eu deixar de admirar o quanto ele se esforçava por mim e o talento que tinha com tudo que não pensava – animais, máquinas e bebês.
Não há mais alguém pra discutir comigo se o começo do século foi em 2000 ou 2001, vir contar uma das histórias de quando era amigo dos Golden Boys, da época de seminarista, de uma ex-namorada ‘macumbeira’. Alguém para fazer alguma piada idosa, q’eu já tinha ouvido mil vezes, mas sempre ria. Ou, então, alguma confidência do Brizola – q’ele foi segurança – ou da Benedita, que freqüentava minha casa quando eu era moleque, pra comprar calcinha com minha mãe. O meu Papai Noel, de cabelos brancos e barba grande morreu. Mas, sem dúvida, não deixou de existir; Estou namorando e dói só de imaginar perdê-la. Contudo, que ela e meus ex-amores compreendam, nada se compara à dor da morte do meu pai, porque, ainda que ele tenha vivido sem mim, eu não sabia o que era a vida sem ele.

Fardo e infortúnio meu, neste caso: sou ateu. Conclusão lógica: não acredito que eu possa falar com meu pai num centro espÃrita, que deva rezar por sua alma ou que agora ele esteja melhor. Acredito – apesar de não ter certeza – que ele agora só reside naquilo que construiu na vida, em pessoas como eu. Paradoxalmente, não acreditar em Deus me traz uma obrigação: viver todas vidas em uma, compactar a eternidade no calendário.
Minha intenção, com este texto, não é tentar ensinar a vocês o que só é discernÃvel ao viver. Mas eu sei que há coisas que li que mexeram comigo. Se é isso exatamente o que busco aqui, nada mais plausÃvel q’eu dizer, mesmo que usando de uma mensagem clichê: lembrem-se de não deterem controle pleno de suas próprias vidas e que, por isso, vocês precisam construÃ-la tijolo por tijolo, pois o ‘amanhã’ vem depois do ‘hoje’.
Vislumbro apenas que vocês vivam a mudança, mas saibam valorizar o que lhes é inseparável, por ser parte daquilo que você também chama de “euâ€. Nossa casa nunca deixa de ser nossa, mesmo após a mudança. Porque o valor verdadeiro não está na propriedade, mas no lugar do espelho: na auto-imagem. Termino este texto sem fim, porque o sentimento é indizÃvel e porque não me despeço de vocês… Semana que vem, estou de volta. Se possÃvel, um cadin mais presente.
Até!








































Fantástico o texto!
Não sei mais viver sem os textos de Marcel Albuquerque…
Estamos sempre nos despedindo de nós mesmos….
Conseguiu o que queria Marcel: mecheu comigo.
Abrassão, cara.
… cara … gostei, profundo, profundo.
meus parabéns, ótimo texto.
Essas questões de amar, morrer, viver, nos confrontam todos os dias.
faz parte do que nos torna humano.
Penso que é o que nos diferencia das outras espécies.
Não sei de cada um, porem eu penso todos os dias nessas questões; no profundo vazio que é morrer. muita gente acha que isso é pessimismo. errado ! isto é realismo. Não sou muito de levar as coisas pelo lado sentimental, sei bem diferenciar cada coisa.
O ponto fraco de cada pessoa, é a ilusão e o conforto.
essas duas mascaras nos prende no obscurantismo de querer sempre adotar as coisas mais faceis para entender a vida, e vive-la ( ex: religião).
Vivemos muitos anos no ostracismo do conhecimento, da descoberta, da vontade de poder ( como diria Nietzsche). Até o momento que olhamos para o universo e para nós mesmos e percebemos que a unica coisa que temos que fazer é: viver, viver mesmo, cada momento cada tempo… pois temos sorte( ou não) de vivermos em algum momento desse bilhões e bilhões de anos que tem o cosmo.
E é por isso que temos que viver! ajudar, rir,gostar,amar, descobrir, criar(…) para que a próxima geração que vier, olhar para o passado e perceber que seus antepassados não foram uns inúteis-coça-sacos-limitados, e sim uns profundos amantes da *’vida, do universo e tudo mais’.
*recomendo a leitura dos livros de Douglas Adams.
Não acredito que eu li esse texto nesse momento.
Quase deixei escapar uma lágrima só de lembrar de algumas pessoas, que, por mais que estejam perto de mim, eu não possa dizem que os ame.
Também guardo memória de tudo.
Verdade… o amor não acaba nunca! Apenas mudamos a forma de administrar. Parabéns pelo texto.
Abraços
Bruno
=]
Texto perfeito,nada a acrecentar…
Nao sei o que e pior, o texto ou oa comentarios baba ovo que o seguem.
—
Ou alguém que perde tempo, mesmo após não ter gostado do texto e dos comentários, em comentar isso.
Acho que você ganhou com louvor.
ps: é o Felipe aqui, não o Marcel.
Ótimo texto, Marcel.
Infelizmete a vida é uma forma de perdas ao longo dos anos. A cada dia que passa percebo que estou mais só, longe de amigos e parentes que se foram. É triste mais ao mesmo tempo temos que ter força para amparar e amar pessoas que ainda vivem ao nosso redor.
Como sempre, curti o texto. Pela primeira vez tu fala um pouco de ti, não só se apresentando, mas sim de uma forma mais profunda. (ui)
Quem dera eu escrever de mim com essa facilidade. Quando faço nunca consigo ir muito além.
Muito emocionante seu texto, parabéns. Abraço.
“Você pode dizer adeus a sua famÃlia e a seus amigos e afastar-se milhas e milhas e, ao mesmo tempo, carregá-los em seu coração, em sua mente, em seu estômago, pois você não apenas vive no mundo, mas o mundo vive em vocêâ€
— Frederick Buechner, Telling The Truth
Parabens pelo texto!
J. Beatrice e André Luiz: É tããão bom ler isso!=)
Jhonathan: Eu conheço o Douglas Adams de nome, porque um amigo é fã demais de “Guia do Mochileiro das Galáxias”. Mas diz aÃ…ele trata de assuntos assim?
Daru: Desta vez, foi um mais preciso “Prazer, meu nome é Marcel”
Anthaeus:
Às vezes, me pergunto se tudo que sinto como ruim o é de fato, ou se também pode ter a ver com as caracterÃsticas da minha lÃngua, por exemplo. Será que minhas papilas gustativas são apropriadas pra tal tipo de doce?Será mesmo que aquilo é azedo ou se torna na minha boca?…em todo caso, fique à vontade para questionar e desgostar, mas vamos brincar assim, pra que não seja gratuito e sem ajuda: quando não gostar de ler, em vez de largar o texto, me fala o que tem de ruim nele – talvez eu concorde.
Obs.: Juro que não comentarei sobre teu nome…
Melhor texto que eu já li.
Talvez seja por estar lidando com alguns “fins” agoraa, mas realmentee me tocou
Parabéens pelo texto.
Papilas gustativas ???? Ora, por favor…Esse e o problema, tudo bem ter um jeito cafona de escrever, a questao e a preocupacao em deixar a semantica mais importante que o conteudo, sem contar a sensacao de que tudo que foi dito, poderia estar em tres paragrafos brilhantes.
PS Acho o meu nome lindo.
Marcel: Os livros de Douglas Adams tratam de vários assuntos, lógico com a pitada de humor, sobre questões de polÃticas do jeito das pessoas, da religião, enfim é um livro completo, só lendo mesmo ele para poder sentir e entender o quão maravilhoso é.
Ele nos leva a ver em uma perspectiva diferente o nosso universo, as nossas questões diarias de vida, do mesmo jeito que Carl Sagan nos fez refletir sobre a imensidão cósmica. bom pelo menos eu fico muito emocionado com isso.
Abraço Marcel!!
Olha, Anthaeus, a sÃntese do texto é que tudo muda, mas algumas coisas, mesmo que mudadas, ficam. Mas eu não poderia de jeito nenhum dizer apenas isso, porque queria tratar de várias subquestões; Como o amor, mudanças de residência e, sobretudo, a morte do meu pai. Portanto, acredite, não enrolei em parte alguma – se você não percebeu que em cada parágrafo, algo diferente estava sendo dito, aà já é um problema nosso – porque eu não me expressei bem o suficiente e você não captou a questão.
Quanto a ter um jeito cafona…ora, diria que este é um conceito completamente subjetivo, tanto quanto gostar ou não de um nome. Agora…se você não captou o conteúdo…me desculpe. Talvez você precise vivenciar algumas coisas para poder compreender a mensagem – além de estudar alguns aninhos de Filosofia, pr’entender oq’eu tô contrastando.
Não vejo qual o problema de deixar a semântica mais importante do que o conteúdo. Isso não é um texto informativo, babaca.
Primeiro cara J. Beatrice, a conversa nao chegou na cozinha, portanto e melhor vc ficar na sua.Alias, onde vc quer chegar com esse seu lookizinho adolescente devoradora de homens hein ?Agora, foi realmente um erro emitir opiniao pra um grupinho que acha feio tudo q nao e espelho e compactuados com filosofia do senso comum quase se misturando com auto ajuda…Querido eu poderia ficar dias desfilando conhecimentos filosoficos e epistemologicos pra vc mas isso me tornaria tao cafona quanto te acuso.E definitivamente vc nao e precoce, nao se preocupe, trata-se apenas de muita pretensao reforcada por um monte de baba ovos.
Precoce?Não, não sou precoce, não. Tô terminando a faculdade, em vias de prestar pro mestrado. Enfim…poderia aqui enumerar algumas coisinhas que fiz, mas não quero ser contratado por vc. Quanto a ser Filosofia do senso comum…certamente que não é, visto que a Lógica hegemônica nos dias de hoje é a Lógida Diferencial, inaugurada por Heráclito, mas com o ápice em Deleuze e a crise da representatividade – e toda relativização subsequente. Se questiono isso, mas também vou contra a idéia de essência – cultural, natural ou do indivÃduo – tal qual defendem vários pensadores ao longo do que a Historiografia nos mostra, me perdoe, não estou mesmo dentro do senso comum. Até porque, além dos acadêmicos e filósofos antigos, o senso comum do ‘povão’ vê o hoje como imediato, enquanto que eu me refiro a um presente contÃnuo.
Em todo caso, não chamo isso de cafona. Vejo a crônica como a possibilidade de utilizar de um caráter alusivo pessoal, associando-a a alguma mensagem filosófica/sociológica, visando mais do que o próprio ego, compartilhar sentimentos e questionamentos – ou democratizar conhecimento, se assim preferir.
SOCORRO!!!!!!! Caiu a mascara, vc e perturbado mesmo….
hahaha…Tá beleza. Discutir neste nÃvel já não é de meu interesse.
Pura curiosidade, vc faz faculdade de quê?
Ah, o texto tá ótimo, só estou um tanto sem inspiração para comentar mais =)
Beijo
Obrigado, só isso que tenho a lhe dizer…
Estou no fim de um relacionamento de 4 anos e está sendo muito dificil pra mim.
Com essas palavras me confortou.
Abraços e força cara!
Marcel, seu texto foi perfeito, mas dificilmente, quem nunca passou por grandes perdas entenderá a essência e o quanto você foi capaz de expor…
Parabenizo-o sem dúvida!
Sou órfã desde os 16 anos e nem passados 9 anos a dor passou… cicatriza mas fica ali, e sempre que olhar ela estará ali para lembrar o quanto foi bom!
Sua resposta foi perfeita: “Talvez você precise vivenciar algumas coisas para poder compreender a mensagem”
Um abraço forte!
Bárbara, faço Ciências Sociais. Genericamente, chamam de Sociologia, mas o curso também compreende diretamente a Ciência PolÃtica e a Antropologia.
Gott: Espero poder inspirar reações, sejam de resistência ou conforto. Fico feliz em colaborar d’alguma forma.
Aline: O fato é que nós só sabemos de fato de algo experimentando…de resto, são suposições e associações. Espero que, s’eu estiver certo, o Anthaeus não posso entender o texto tão cedo…
Nossa, surpreendentemente bom. Dispensaria apenas os (mal utilizados) apóstrofos.
Diogo…cara, gramaticalmente, não tem nada errado com os apóstrofos, mas alguns poderiam ser substituÃdos por uma forma ‘não-compacta’, de fato. Mas vou te dizer Q’EU escrevo assim mesmo…nem percebo!haha…=P
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E eu sou testemunha pra provar isso… Ele não só escreve assim, como ainda por cima nunca põe a PORRA DO ESPAÇO depois de ponto de exclamação ou ponto de interrogação, como fez novamente acima.
Ainda tenho que ficar corrigindo.
Marcel fdp.
Não vou nem comentar sobre os conselhos que te dou, Felipe. Discussões de temas de postagens e…e…e…hauHUAhuaHUAhuaHUAhuaHUAuAHUAHuaUAhaUHa
PeraÅmas isso aqui já é um comentário, né?=X
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Boiola! Hahahahahahha
Tambem sempre mudei de cidade, de escola, de pa’is!Me apego facil as pessoas também. Qaundo pequena -e depois de grande tambem- meu pai era meu idolo! Gentil, engraçado, amigo de padre e de prostituta..Meu heroi! E dai que fez seis anos que ele morreu a semana passada! E sabe o que??A dor nao passa!Sou feliz, tenho pessoas maravilhosas ao meu lado e um namorado que eu amo, e que nunca vai poder conhecer o cara que foi tao importante na minha vida!Como voce disse, cada um teu seu lugar reservado no nosso coraçao, algumas pessoas mudam de lugar, enquanto o de outras é vip, e ninguem pode substituir…
muitas pessoas já passaram por alguma destas situações de separação,é uma experiência triste que faz parte da vida.Algumas pessoas são ignorantes e não tem sensibilidade,para aparecer apelam para o machismo quando questionados,como fez o Anthaeus para rebater a opinião da Beatrice.Enfim.
Você conseguiu mesmo escrevendo um texto realista,não entristecer os leitores que passaram pelas situações comentadas e sim confortá-las.
Posso não ter expressado muito bem o que compreendi do texto,mas axei muito bom
Abraço
Anthaeus,não sou ninguém para te julgar,mas acho que você só quer se mostrar e não consegue escrever um bom texto, por isso critica o de outros,isso é coisa de VIADO!
[...] Texto: A despedida [...]
Execelente texto!!!
Dei muita risada desse Antaeus… op’s, Anthaeus!
Parabéns, texto maravilhoso, melhor eu diria que é impossÃvel!Acaba de ganhar mais um leitor assÃduo! Parabéns novamente!
Estava num blog que me direcionou pra esse, quase fechei a pagina qdo vi que era o controle remoto, no entanto, uma luz de esperanca e um leve riso nos labios se fez qdo li “A despedida”, achei q era um texto do infeliz do Felipe despedindo da esfera blogueira…ledo engano, ledo engano. Que pena.
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Quanto ódio no seu coração… Livre-se dele e entregue-se ao poder de Jesus, o salvador.
Ótimo texto. ; )
Devo admitir, esse texto me fez uma coisa que poucos que encontro pela grande rede fazem: Ler e reler. Tudo o que você disse pode até parecer piegas, porém, retrata em palavras o que todo ser humano, por mais coração de pedra que seja, já sentiu alguma vez na vida.
A dor da perda é insuportável.
Acho bem inútil, nesse caso, ficar discutindo a semântica do texto, que estava ótima, quando se entende o conteúdo. Só quem perde o pai sabe como se sente e, talvez, só quem entende o quanto dói perder uma pessoa tão importante e insubstituÃvel sabe o que verdadeiramete esse texto quer dizer. Parabéns, Marcel!
O Anthinha ali é o unico com mal gosto textual! Otexto ficou muito bom, tambem me mudei muito sempre me mudo de estato e vivo nessa, de q nada vai durar o suficiente, tenho as mesmas caracteriscas que tu, mas nunca tinha pensado q eram por causa das mudanças, curti pacas o testo. Bacana mesmo, parabens cra!
Não que a opinião de um cara chamado Anthaeus valha muito…